PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO Cláusulas Exemplificativas

PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO.  Com as barras já cortadas e dobradas, executar a montagem da armadura, fixando as diversas partes com arame recozido, respeitando o projeto estrutural;  Dispor os espaçadores plásticos com afastamento de no máximo 50cm e amarrá-los à armadura de forma a garantir o cobrimento mínimo indicado em projeto;  Posicionar a armadura na fôrma e fixá-la de modo que não apresente risco de deslocamento durante a concretagem.
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO. Posicionar os fundos de vigas sobre a borda das fôrmas dos pilares, providenciando apoios intermediários com escoras metálicas, de acordo com o indicado no projeto; - Fixar os encontros dos painéis de fundo das vigas nos pilares, cuidando para que não ocorram folgas (verificar prumo e nível); - Fixar as laterais da fôrma da viga, utilizando-se pregos de cabeça dupla, para facilitar a desfôrma; - Travar o conjunto com viga metálica e barras de ancoragem distanciadas conforme indicação do projeto; - Sobre a superfície limpa, aplicar desmoldante com broxa ou spray em toda a face interna da fôrma; - Conferir posicionamento, rigidez, estanqueidade e nível da fôrma; - Promover a retirada das fôrmas de acordo com os prazos indicados no projeto estrutural (laterais e fundo respectivamente) somente quando o concreto atingir resistência suficiente para suportar as cargas, conforme NBR 14931:2004; - Logo após a desfôrma, fazer a limpeza das peças e armazená-las de forma adequada para impedir o empenamento.
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO. Antes do lançamento do concreto, assegurar-se que as armaduras atendem a todas as disposições do projeto estrutural e que todos os embutidos foram adequadamente instalados nas fôrmas (gabaritos para introdução de furos nas vigas e lajes, eletrodutos, caixas de elétrica e outros); • Assegurar-se da correta montagem das fôrmas (geometria dos elementos, nivelamento, estanqueidade etc) e do cimbramento, e verificar a condição de estanqueidade das fôrmas, de maneira a evitar a fuga de pasta de cimento; • Verificar se a resistência característica e/ou o traço declarado corresponde ao pedido de compra, se o concreto está com a trabalhabilidade especificada e se não foi ultrapassado o tempo de pega do concreto (tempo decorrido desde a saída da usina até a chegada na obra) – verificações com base na Nota Fiscal / documento de entrega; • Após a verificação da trabalhabilidade (abatimento / “slump”) e moldagem de corpos de prova para controle da resistência à compressão do concreto, lançar o material com a utilização de baldes e funil e adensá-lo com uso de vibrador de imersão, de forma a que toda a armadura e os componentes embutidos sejam adequadamente envolvidos na massa de concreto; • Adensar o concreto de forma homogênea, conforme NBR 14931:2004, a fim de não se formarem ninhos, evitando-se vibrações em excesso que venham a causar exsudação da pasta / segregação do material; • Conferir o prumo da estrutura ao final da execução.
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO. A forma constituída de tábuas de pinho ou madeira regional deverá ter um vão livre que dependerá da pressão exercida pelo concreto fresco e da espessura da madeira. 3.2. A forma deverá apoiar-se em barrotes, colocados a espaços regulares correspondentes ao vão livre adotado para a forma. Os apoios da forma deverão ser fixados com pregos, de preferência 18 x 27. Os painéis das formas deverão ser formados de tábuas de 2,5 cm de espessura com dimensões a depender do projeto. Essas tábuas deverão ser ligadas por sarrafos de 2,5 x 10,0 cm, de 2,5 x 15,0 cm ou ainda caibros de 7,5 x 7,5 cm ou 7,5 x 10,0 cm ou ainda por placas de madeira compensada ligadas por sarrafos ou caibros. Esses painéis deverão servir para pisos de lajes, faces de vigas, pilares, paredes e fundações.
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO. 89 4.4.1 REDE DE ÁGUA FRIA 89
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO. Perfuração do solo auxiliada por circulação de água e inserção de tubos metálicos rosqueáveis de modo rotativo; - Após atingir a cota de projeto, injetar golpes de água dentro da estaca, sem avançar a perfuração, para promover a limpeza interna do tubo; - Instalação da armadura com auxílio do guincho auxiliar da própria perfuratriz; - Introdução do tubo de injeção até o final da perfuração e injetar a argamassa de baixo para cima, até que extravase pela boca do tubo de revestimento, garantindo que a água ou lama de perfuração seja substituída pela argamassa; - Completado o preenchimento da argamassa, é rosqueado na extremidade superior do revestimento um tampão metálico ligado a um compressor para permitir aplicar golpes de ar com baixa pressão durante a extração do revestimento (1 a 3 golpes por estaca); - À medida que os tubos são extraídos, injetar mais argamassa. - Os consumos e os diâmetros dos aços considerados nesta composição são apenas indicativos. Para fins de estimativa de custo, considerou-se uma resistência de referência da estaca de 90 tf. Os valores reais de consumo de aço dependerão do projeto estrutural da estaca; - Acessórios necessários, não incluídos na composição:
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO. Para fins de especificação, foram consideradas as seguintes etapas de execução da obra:  Fundação em baldrame: escavação, execução do lastro de concreto e da alvenaria de bloco de concreto, e reaterro da vala;  Piso: execução do contrapiso em toda a edificação e calçada externa;  Levantamento das paredes (em chapa de madeira compensada);  Cobertura: instalação de trama de madeira, composta por terças para telhados de até duas águas, e assentamento de telhas de fibrocimento;  Execução das instalação elétrica; e  Instalação das esquadrias.
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO. Deverão ser elaborados todos os procedimentos executivos dos vários serviços característicos da obra, também para apreciação e aprovação da FISCALIZAÇÃO. Os procedimentos deverão prever itens de verificação para controle de qualidade da execução dos serviços.
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO. A empresa deve elaborar e implantar procedimentos escritos que definam a forma especificada de executar as seguintes atividades: a) seleção dos fornecedores dos produtos que compõem as cestas de alimentos; b) elaboração, aprovação, revisão e arquivo dos documentos que compõem o Sistema de Gestão da Qualidade; c) seleção dos produtos que comporão as cestas de alimentos; d) inspeções efetuadas no recebimento, no empacotamento dos produtos e nos produtos retalhados, bem como nas cestas de alimentos, ao final do empacotamento e imediatamente antes da expedição, definindo os itens a avaliar e os critérios de aceitação ou rejeição, bem como a forma de registro dos resultados das inspeções; e) identificação e rastreabilidade dos produtos recebidos e armazenados, bem como das cestas de alimentos, desde o empacotamento até o recebimento pelo cliente; f) manuseio e empacotamento dos produtos nas cestas, contemplando, ainda, a expedição das cestas de alimentos. g) armazenamento dos: - produtos liberados que comporão as cestas de alimentos, evidenciando o controle dos prazos de validade e o uso, em primeiro lugar dos que terão os prazos de validade expirados mais cedo; - produtos recebidos e ainda não inspecionados, deixando claro sua segregação dos já liberados; - das cestas de alimentos, evidenciando a preservação da integridade e o controle dos prazos de validade da cesta e de seu conteúdo e assegurando as condições de consumo ao cliente final; - dos produtos e das cestas de alimentos rejeitados nas inspeções. h) relacionamento com os clientes, contemplando: - seus dados cadastrais; - a forma de identificação de suas expectativas; - a forma de avaliação do grau de satisfação dos clientes.
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO. 3.2.3.1 A empresa contratada deverá incluir etapas como a inspeção visual da rede de gás, o fechamento de registros, a pressurização da rede, a verificação de vazamentos, entre outras ações necessárias.