Execução. A Fiscalização procederá à demarcação do perímetro da área das caixas a serem abertas, de forma que em todos os casos a referida área apresente configuração de um quadrilátero com dois lados paralelos ao eixo do pavimento e os dois restantes, ortogonais ao mesmo eixo. A execução dos reparos deverá ser conduzida em concordância com as instruções a seguir. • Reparos superficiais - A demarcação da área de remoção será levada a efeito de forma que o seu perímetro envolva, além de buracos propriamente ditos, anteriormente remendados ou não, também as plaquetas soltas do revestimento betuminoso. Suceder-se-á o corte do revestimento segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Será promovida, após, a remoção de todos os fragmentos soltos ocorrentes no interior da caixa, sendo a operação complementada por varredura. Terá lugar em seguida a ointura de ligação do fundo e das paredes da caixa com emulsão asfáltica catiônica, do tipo RR1-C. Quando as dimensões da ''panela'' comportarem, a aplicação do RR1-C será efetuada com espargidor manual. No caso de dimensões restritas, será permitida a aplicação do RR1-C por intermédio de brochas. A taxa de aplicação do RR1-C, em qualquer das alternativas, deverá situar-se em torno de 0,5 l/m². Deverá ser permitida a ruptura do RR1-C por um período não inferior a duas horas, após o qual terá lugar a obturação da caixa com concreto betuminoso usinado a quente. O concreto betuminoso será disposto em uma camada única, quando a profundidade da caixa não for superior a 5cm. Para profundidades maiores, o preenchimento da caixa processar-se-á com a execução de duas camadas distintas. Nesse caso, a camada inferior será compactada adequadamente por intermédio de soquetes mecânicos e/ou placas vibratórias portáteis. A compactação da camada superior será efetuada através da utilização de rolo pneumático autopropelido de pressão variável, mediante a realização de um número de passadas suficientes para a obtenção de densidade adequada. Esta prática também será aplicada aos casos em que o preenchimento da caixa for levado a efeito com uma única camada de concreto betuminoso usinado a quente. • Reparos profundos - A demarcação da área de remoção será efetuada de forma que o seu perímetro envolva toda a área a ser corrigida. Seguir-se-á o corte segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Todo o material escavado será, então, removido da caixa, cujas paredes e fundo serão adequadamente desempenados. Esse tipo de reparo poderá envolver a remoção de todas as camadas do pavimento e de até parte do subleito, dependendo da profundidade onde se situe a camada comprometedora. A recomposição do pavimento será feita, preferencialmente, com os mesmos tipos de materiais utilizados na pavimentação. A aplicação da imprimação com o asfalto diluído CM-30 será efetuada com espargidor manual, a menos que as dimensões das caixas não sejam compatíveis com esse procedimento, os demais passo serão conforme descrito nos reparos superficiais.
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Sources: Contract for Maintenance Services, Contract for Maintenance Services, Contract for Maintenance Services
Execução. A Fiscalização procederá à demarcação do perímetro da área das caixas 4.1 – Sobre a serem abertasbase devidamente construída, de forma que acordo com as especificações e projetos correspondentes, a sua execução será espalhada, à critério da FISCALIZAÇÃO, uma camada solta e uniforme de areia ou de mistura de cimento e areia ( no traço 1:6 ), com espessura variável entre 0,02m. e 0,05m., destinada a compensar as irregularidades e desuniformidades de tamanho dos paralelepípedos. Em seguida, os paralelepípedos são distribuídos ao longo do colchão, colocado sobre a base, em todos os casos fileiras transversais, de acordo com a referida área apresente configuração seção transversal do projeto, com espaçamento aproximadamente de um quadrilátero com dois lados paralelos metros. Nos trechos em tangente, as fileiras serão normais ao eixo da pista. Os paralelepípedos deverão ser colocados sobre o colchão, pelo calceteiro, de modo que suas faces superiores fiquem na altura determinada pelo projeto, definida pelas fileiras já assentadas, depois de devidamente golpeadas, com o martelo, pelo calceteiro. O espaçamento entre os paralelepípedos deverá variar entre 0,01m. e 0,02m. Na Segunda fileira, os paralelepípedos deverão ser defasados, com relação aos da primeira, em metade do pavimento seu comprimento. Durante a execução, para cumprimento fiel das disposições do projeto, deverá o calceteiro assentar os paralelepípedos com auxílio de uma régua de comprimento mínimo de 2,20m., apoiando-se nas fileiras já assentadas. Os paralelepípedos empregados em uma mesma fileira deverão ter larguras aproximadamente iguais.
4.2 – Nas curvas de grandes raios, pela seleção dos tamanhos dos paralelepípedos e os dois restantespela ligeira modificação de espessura da junta transversal, ortogonais manter-se-ão as fileiras normais ao mesmo eixo. A execução eixo da pista.
4.3 – Nas curvas em que a grandeza dos reparos deverá ser conduzida em concordância com as instruções a seguir. • Reparos superficiais - A demarcação da área de remoção será levada a efeito de forma raios for tal que o seu perímetro envolvaexpediente indicado anteriormente for insuficiente, além de buracos propriamente ditos, anteriormente remendados ou não, também as plaquetas soltas do revestimento betuminoso. Sucederproceder-se-á do modo seguinte: Atingido o corte PC, as fileiras continuam, curva a dentro, normais ao prolongamento do revestimento segundo eixo até ser alcançado o perímetro demarcadoponto “A” (conforme demonstrado nas figuras apresentadas adiante ), de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Será promovida, após, a remoção de todos os fragmentos soltos ocorrentes no interior da caixa, sendo a operação complementada por varredura. Terá lugar em seguida a ointura de ligação do fundo e das paredes da caixa com emulsão asfáltica catiônica, do tipo RR1-C. Quando as dimensões da ''panela'' comportarem, a aplicação do RR1-C será efetuada com espargidor manual. No caso de dimensões restritas, será permitida a aplicação do RR1-C por intermédio de brochas. A taxa de aplicação do RR1-Cfixado pela FISCALIZAÇÃO, em qualquer das alternativasfunção do ângulo central da curva. Pelo ponto “B”, deverá situartraça-se a normal “BD” ao eixo da pista em torno curva, marca-se “DE”=”DC” e assenta-se a fileira “BE”. As fileiras devem progredir paralelamente a “BE” até um ponto “G”, onde se repetirão as condições de 0,5 l/m²“A”. Deverá ser permitida a ruptura do RR1Entre “G” e “J”, procede-C por um período não inferior a duas horasse como ‘A” e “F” e, após assim, sucessivamente, até o qual terá lugar a obturação da caixa com concreto betuminoso usinado a quente“PT”, conforme figura 1, anexa. O concreto betuminoso será disposto em uma camada únicaNos triângulos “CBR” e “YHK”, quando a profundidade da caixa não for superior a 5cm. Para profundidades maioresdeixados vazios, o preenchimento calçamento será completado conforme a figura 2, isto é, fixada a fileira a fileira “BE”, sobre a qual se decide fechar o calçamento, reinicia-se este a partir de “BC”.
4.4 – Nos trechos de cruzamento, o calçamento deverá continuar, sem modificação, na pista considerada principal. Na pista secundária o assentamento seguirá da caixa processarmesma forma até encontrar o alinhamento do bordo da pista principal, tomando-se-á com se a execução de duas camadas distintas. Nesse caso, a camada inferior será compactada adequadamente por intermédio de soquetes mecânicos e/ou placas vibratórias portáteis. A compactação da camada superior será efetuada através da utilização de rolo pneumático autopropelido de pressão variável, mediante a realização de um número de passadas suficientes atenção devida para a obtenção perfeita concordância da junção das duas vias, conforme figura 3.
4.5 – O rejuntamento dos paralelepípedos será efetuado logo que seja terminado a seu assentamento e será precedido de densidade adequada. Esta prática também será aplicada aos casos uma operação de espargimento d’água em que o preenchimento da caixa for levado a efeito com uma única camada de concreto betuminoso usinado a quente. • Reparos profundos - A demarcação da área de remoção será efetuada de forma que o seu perímetro envolva toda a área a ser corrigidarejuntada. SeguirO intervalo entre as operações de assentamento e rejuntamento dos paralelepípedos fica a critério da FISCALIZAÇÃO.
4.6 – O rejuntamento será feito com argamassa semi-fluida de cimento e areia, cujo traço (1:2) será fixado no projeto ou indicado pela FISCALIZAÇÃO, far-se-á o corte segundo o perímetro demarcadoá, utilizando-se recipientes apropriados, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Todo modo a haver um preenchimento total das juntas dos paralelepípedos.
4.7 – O rejuntamento será feito com argamassa semi-fluida de cimento e areia, cujo traço (1:2) será fixado no projeto ou indicado pela FISCALIZAÇÃO, far-se-á, utilizando-se recipientes apropriados, de modo a haver um preenchimento total das juntas dos paralelepípedos.
4.8 – Após a operação de rejuntamento, será retirado – com auxílio de espátulas – o material escavado seráexcesso de argamassa, entãoprocedendo-se, removido da caixa, cujas paredes e fundo serão adequadamente desempenados. Esse tipo de reparo poderá envolver a remoção de todas as camadas do pavimento e de até parte do subleito, dependendo da profundidade onde se situe a camada comprometedora. A recomposição do pavimento será feita, preferencialmente, com os mesmos tipos de materiais utilizados na pavimentação. A aplicação da imprimação com o asfalto diluído CM-30 será efetuada com espargidor manualem seguida, a menos que as dimensões das caixas não sejam compatíveis com esse procedimento, os demais passo serão conforme descrito nos reparos superficiaisuma varredura de acabamento e desenhando-se no rejunto a separação dos paralelepípedos.
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Execução. As sarjetas e valetas revestidas de concreto poderão ser moldadas “in loco” ou pré-moldadas atendendo ao disposto no projeto ou em conseqüência de imposições construtivas. A Fiscalização procederá execução das sarjetas de corte deverá ser iniciada após a conclusão de todas as operações de pavimentação que envolvam atividades na faixa anexa à demarcação do perímetro plataforma cujos trabalhos de regularização ou acerto possam danificá-las. O preparo e a regularização da área das caixas a serem abertassuperfície de assentamento serão executados com operação manual envolvendo cortes, aterros ou acertos, de forma que em todos a atingir a geometria projetada para cada dispositivo. Os materiais empregados para camadas preparatórias para o assentamento das sarjetas serão os casos próprios solos existentes no local, ou mesmo, material excedente da pavimentação, no caso de sarjetas de corte. Em qualquer condição, a referida área apresente configuração superfície de um quadrilátero com dois lados paralelos ao eixo do pavimento assentamento deverá ser compactada de modo a resultar uma base firme e os dois restantesbem desempenada. Os materiais escavados e não utilizados nas operações de escavação e regularização da superfície de assentamento serão destinados a bota-fora, ortogonais ao mesmo eixocuja localização será definida de modo a não prejudicar o escoamento das águas superficiais. A execução concretagem envolverá um plano executivo, prevendo o lançamento do concreto em lances alternados. O espalhamento e acabamento do concreto serão feitos mediante o emprego de ferramentas manuais, em especial de uma régua que, apoiada nas duas guias adjacentes permitirá a conformação da sarjeta ou valeta à seção pretendida. A retirada das guias dos reparos segmentos concretados será feita logo após constatar-se o início do processo de cura do concreto. O espalhamento e acabamento do concreto dos segmentos intermediários será feito com apoio da régua de desempeno no próprio concreto dos trechos adjacentes. A cada segmento com extensão máxima de 12,0m será executada uma junta de dilatação, preenchida com argamassa asfáltica. Quando especificado no projeto, será aplicado revestimento vegetal de forma a complementar o acabamento do material apiloado contíguo ao dispositivo. As saídas d´água das sarjetas serão executadas de forma idêntica às próprias sarjetas, sendo prolongadas por cerca de 10m a partir do final do corte, com deflexão que propicie o seu afastamento do bordo da plataforma (bigodes). Esta extensão deverá ser conduzida em concordância com as instruções ajustada às condições locais de modo a seguir. • Reparos superficiais - A demarcação da área evitar os efeitos destrutivos de remoção será levada a efeito de forma que o seu perímetro envolva, além de buracos propriamente ditos, anteriormente remendados ou não, também as plaquetas soltas do revestimento betuminoso. Suceder-se-á o corte do revestimento segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Será promovida, após, a remoção de todos os fragmentos soltos ocorrentes no interior da caixa, sendo a operação complementada por varredura. Terá lugar em seguida a ointura de ligação do fundo e das paredes da caixa com emulsão asfáltica catiônica, do tipo RR1-C. Quando as dimensões da ''panela'' comportarem, a aplicação do RR1-C será efetuada com espargidor manual. No caso de dimensões restritas, será permitida a aplicação do RR1-C por intermédio de brochas. A taxa de aplicação do RR1-C, em qualquer das alternativas, deverá situar-se em torno de 0,5 l/m². Deverá ser permitida a ruptura do RR1-C por um período não inferior a duas horas, após o qual terá lugar a obturação da caixa com concreto betuminoso usinado a quenteerosão. O concreto betuminoso será disposto utilizado, no caso de dispositivos revestidos, deverá ser preparado em uma camada única, quando a profundidade da caixa não for superior a 5cm. Para profundidades maiores, o preenchimento da caixa processar-se-á com a execução de duas camadas distintas. Nesse caso, a camada inferior será compactada adequadamente por intermédio de soquetes mecânicos e/ou placas vibratórias portáteis. A compactação da camada superior será efetuada através da utilização de rolo pneumático autopropelido de pressão variável, mediante a realização de um número de passadas suficientes para a obtenção de densidade adequada. Esta prática também será aplicada aos casos em que o preenchimento da caixa for levado a efeito com uma única camada de concreto betuminoso usinado a quente. • Reparos profundos - A demarcação da área de remoção será efetuada de forma que o seu perímetro envolva toda a área a ser corrigida. Seguir-se-á o corte segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Todo o material escavado será, então, removido da caixa, cujas paredes e fundo serão adequadamente desempenados. Esse tipo de reparo poderá envolver a remoção de todas as camadas do pavimento e de até parte do subleito, dependendo da profundidade onde se situe a camada comprometedora. A recomposição do pavimento será feita, preferencialmentebetoneira, com os mesmos tipos de materiais utilizados na pavimentação. A aplicação da imprimação com fator água/cimento apenas suficiente para alcançar trabalhidade e em quantidade suficiente para o asfalto diluído CM-30 será efetuada com espargidor manualuso imediato, não sendo permitido a menos que as dimensões das caixas não sejam compatíveis com esse procedimento, os demais passo serão conforme descrito nos reparos superficiaissua redosagem.
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Sources: Construction Contract
Execução. A Fiscalização procederá à demarcação -Evitar, no transporte dentro da obra e no manuseio das peças, a danificação dos bordos, por pancadas e entrechoques. -Apiloar o fundo da cava de assentamento. -Não utilizar pedras ou pedaços de alvenaria sob a base da peça para ajustar o assentamento, por causar esforços concentrados e conseqüente recalque, desalinhamento e retrabalho no serviço em execução. -Não empregar pedaços de tijolos embutidos na junção do perímetro da área das caixas meio-fio com a serem abertas, cantoneira de forma que em todos os casos a referida área apresente configuração boca de um quadrilátero com dois lados paralelos ao eixo do pavimento e os dois restantes, ortogonais ao mesmo eixolobo. A -Peças acidentalmente trincadas não podem ser empregadas na execução dos reparos deverá ser conduzida em concordância com as instruções a seguirserviços. • Reparos superficiais - A demarcação Observar alinhamento transversal e longitudinal da área execução, concordando possíveis mudanças de remoção será levada a efeito de forma que o seu perímetro envolva, além de buracos propriamente ditos, anteriormente remendados ou não, também as plaquetas soltas do revestimento betuminoso. Suceder-se-á o corte do revestimento segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Será promovida, após, a remoção de todos os fragmentos soltos ocorrentes no interior da caixa, sendo a operação complementada por varredura. Terá lugar em seguida a ointura de ligação do fundo e das paredes da caixa com emulsão asfáltica catiônica, do tipo RR1-C. Quando as dimensões da ''panela'' comportarem, a aplicação do RR1-C será efetuada com espargidor manual. No caso de dimensões restritas, será permitida a aplicação do RR1-C por intermédio de brochas. A taxa de aplicação do RR1-Cdireção na locação, em qualquer das alternativascurvatura, deverá situarevitando-se quinas e saliências. -Empregar, nas curvaturas de raio mínimo, peças de comprimento igual à metade do padrão, para melhor concordância e simetria. -Reforçar as curvaturas de raios mínimos, em torno canteiros centrais de 0,5 l/m²vias, assentando as peças em colchão de concreto e nas juntas do lado interno do meio-fio, com a mesma resistência do meio-fio. Deverá -Examinar se a forma e dimensões das peças fornecidas atendem às especificações da norma. -As faces externas do meio-fio (topo e espelho) devem estar isentas de pequenas cavidades e bolhas. -Empregar areia fina na argamassa para rejuntamento dos meios-fios assentados. -Acrescentar acelerador de cura na argamassa de rejuntamento das peças assentadas. -Filetar o rejuntamento das peças com ferramenta apropriada. -Limpar o espelho do meio-fio de eventuais rescaldos de concreto advindos da execução da sarjeta. -Em casos de reassentamento de meio-fio de pedra, proceder ao alinhamento pela face de topo, desprezando as irregularidades da face espelho. -Nas entradas de garagens, deverão ser permitida a ruptura rebaixados 4 (quatro) meios-fios (= 3,20 m), podendo chegar até 4,80 m. Os meios-fios da extremidade do RR1-C por um período não inferior a duas horasrebaixo deverão ser assentados inclinados, após o qual terá lugar a obturação da caixa com concreto betuminoso usinado a quente. O concreto betuminoso será disposto em uma camada únicapermitindo que, quando a profundidade da caixa não for superior a 5cm. Para profundidades maioresexecução do passeio, o preenchimento se forme uma rampa no sentido longitudinal do mesmo, na entrada da caixa processar-se-á com a execução de duas camadas distintas. Nesse caso, a camada inferior será compactada adequadamente por intermédio de soquetes mecânicos e/ou placas vibratórias portáteis. A compactação da camada superior será efetuada através da utilização de rolo pneumático autopropelido de pressão variável, mediante a realização de um número de passadas suficientes para a obtenção de densidade adequada. Esta prática também será aplicada aos casos em que o preenchimento da caixa for levado a efeito com uma única camada de concreto betuminoso usinado a quente. • Reparos profundos - A demarcação da área de remoção será efetuada de forma que o seu perímetro envolva toda a área a ser corrigida. Seguir-se-á o corte segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Todo o material escavado será, então, removido da caixa, cujas paredes e fundo serão adequadamente desempenados. Esse tipo de reparo poderá envolver a remoção de todas as camadas do pavimento e de até parte do subleito, dependendo da profundidade onde se situe a camada comprometedora. A recomposição do pavimento será feita, preferencialmente, com os mesmos tipos de materiais utilizados na pavimentação. A aplicação da imprimação com o asfalto diluído CM-30 será efetuada com espargidor manual, a menos que as dimensões das caixas não sejam compatíveis com esse procedimento, os demais passo serão conforme descrito nos reparos superficiaisgaragem.
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Sources: Memorial Descritivo Dos Serviços
Execução. A Fiscalização procederá à demarcação do perímetro da área das caixas 4.1 – Sobre a serem abertasbase devidamente construída, de forma que acordo com as especificações e projetos correspondentes, a sua execução será espalhada, à critério da FISCALIZAÇÃO, uma camada solta e uniforme de areia ou de mistura de cimento e areia ( no traço 1:6 ), com espessura variável entre 0,02m. e 0,05m., destinada a compensar as irregularidades e desuniformidades de tamanho dos paralelepípedos. Em seguida, os paralelepípedos são distribuídos ao longo do colchão, colocado sobre a base, em todos os casos fileiras transversais, de acordo com a referida área apresente configuração seção transversal do projeto, com espaçamento aproximadamente de um quadrilátero com dois lados paralelos metros. Nos trechos em tangente, as fileiras serão normais ao eixo da pista. Os paralelepípedos deverão ser colocados sobre o colchão, pelo calceteiro, de modo que suas faces superiores fiquem na altura determinada pelo projeto, definida pelas fileiras já assentadas, depois de devidamente golpeadas, com o martelo, pelo calceteiro. O espaçamento entre os paralelepípedos deverá variar entre 0,01m. e 0,02m. Na Segunda fileira, os paralelepípedos deverão ser defasados, com relação aos da primeira, em metade do pavimento seu comprimento. Durante a execução, para cumprimento fiel das disposições do projeto, deverá o calceteiro assentar os paralelepípedos com auxílio de uma régua de comprimento mínimo de 2,20m., apoiando-se nas fileiras já assentadas. Os paralelepípedos empregados em uma mesma fileira deverão ter larguras aproximadamente iguais.
4.2 – Nas curvas de grandes raios, pela seleção dos tamanhos dos paralelepípedos e os dois restantespela ligeira modificação de espessura da junta transversal, ortogonais manter-se-ão as fileiras normais ao mesmo eixo. A execução eixo da pista.
4.3 – Nas curvas em que a grandeza dos reparos deverá ser conduzida em concordância com as instruções a seguir. • Reparos superficiais - A demarcação da área de remoção será levada a efeito de forma raios for tal que o seu perímetro envolvaexpediente indicado anteriormente for insuficiente, além de buracos propriamente ditos, anteriormente remendados ou não, também as plaquetas soltas do revestimento betuminoso. Sucederproceder-se-á do modo seguinte: Atingido o corte PC, as fileiras continuam, curva a dentro, normais ao prolongamento do revestimento segundo eixo até ser alcançado o perímetro demarcadoponto “A” (conforme demonstrado nas figuras apresentadas adiante ), de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Será promovida, após, a remoção de todos os fragmentos soltos ocorrentes no interior da caixa, sendo a operação complementada por varredura. Terá lugar em seguida a ointura de ligação do fundo e das paredes da caixa com emulsão asfáltica catiônica, do tipo RR1-C. Quando as dimensões da ''panela'' comportarem, a aplicação do RR1-C será efetuada com espargidor manual. No caso de dimensões restritas, será permitida a aplicação do RR1-C por intermédio de brochas. A taxa de aplicação do RR1-Cfixado pela FISCALIZAÇÃO, em qualquer das alternativasfunção do ângulo central da curva. Pelo ponto “B”, deverá situartraça-se a normal “BD” ao eixo da pista em torno curva, marca-se “DE”=”DC” e assenta-se a fileira “BE”. As fileiras devem progredir paralelamente a “BE” até um ponto “G”, onde se repetirão as condições de 0,5 l/m²“A”. Deverá ser permitida a ruptura do RR1Entre “G” e “J”, procede-C por um período não inferior a duas horasse como ‘A” e “F” e, após assim, sucessivamente, até o qual terá lugar a obturação da caixa com concreto betuminoso usinado a quente“PT”, conforme figura 1, anexa. O concreto betuminoso será disposto em uma camada únicaNos triângulos “CBR” e “YHK”, quando a profundidade da caixa não for superior a 5cm. Para profundidades maioresdeixados vazios, o preenchimento calçamento será completado conforme a figura 2, isto é, fixada a fileira a fileira “BE”, sobre a qual se decide fechar o calçamento, reinicia-se este a partir de “BC”.
4.4 – Nos trechos de cruzamento, o calçamento deverá continuar, sem modificação, na pista considerada principal. Na pista secundária o assentamento seguirá da caixa processarmesma forma até encontrar o alinhamento do bordo da pista principal, tomando-se-á com se a execução de duas camadas distintas. Nesse caso, a camada inferior será compactada adequadamente por intermédio de soquetes mecânicos e/ou placas vibratórias portáteis. A compactação da camada superior será efetuada através da utilização de rolo pneumático autopropelido de pressão variável, mediante a realização de um número de passadas suficientes atenção devida para a obtenção perfeita concordância da junção das duas vias, conforme figura 3.
4.5 – O rejuntamento dos paralelepípedos será efetuado logo que seja terminado a seu assentamento e será precedido de densidade adequada. Esta prática também será aplicada aos casos uma operação de espargimento d’água em que o preenchimento da caixa for levado a efeito com uma única camada de concreto betuminoso usinado a quente. • Reparos profundos - A demarcação da área de remoção será efetuada de forma que o seu perímetro envolva toda a área a ser corrigidarejuntada. Seguir-se-á o corte segundo o perímetro demarcado, O intervalo entre as operações de maneira que as paredes assentamento e rejuntamento dos paralelepípedos fica a critério da caixa resultem verticais. Todo o material escavado será, então, removido da caixa, cujas paredes e fundo serão adequadamente desempenados. Esse tipo de reparo poderá envolver a remoção de todas as camadas do pavimento e de até parte do subleito, dependendo da profundidade onde se situe a camada comprometedora. A recomposição do pavimento será feita, preferencialmente, com os mesmos tipos de materiais utilizados na pavimentação. A aplicação da imprimação com o asfalto diluído CM-30 será efetuada com espargidor manual, a menos que as dimensões das caixas não sejam compatíveis com esse procedimento, os demais passo serão conforme descrito nos reparos superficiaisFISCALIZAÇÃO.
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Sources: Licitação
Execução. A Fiscalização procederá à demarcação do perímetro da área das caixas a serem abertas, de forma que em todos os casos a referida área apresente configuração de um quadrilátero com dois lados paralelos ao eixo do pavimento e os dois restantes, ortogonais ao mesmo eixo. A execução Execução dos reparos deverá ser conduzida em concordância com as instruções a seguir. • Reparos superficiais - A demarcação da área de remoção será levada a efeito de forma que o seu perímetro envolva, além de buracos propriamente ditos, anteriormente remendados ou não, também as plaquetas soltas do revestimento betuminoso. Sucederaterros subordinar-se-á aos elementos Técnicos fornecidos ao executante e constantes das notas de serviço elaboradas em conformidade com o corte do revestimento segundo o perímetro demarcadoprojeto.
1.4.1 - A operação será precedida da execução dos serviços de desmatamento, destocamento, limpeza e expurgo da camada de terra vegetal e marcação dos off-sets.
1.4.2 - Preliminarmente à execução dos aterros deverão estar concluídas as obras de arte corrente necessárias à drenagem da bacia hidrográfica interceptada pelos mesmos.
1.4.3 - É sempre aconselhável que na construção de um aterro, seja lançada umaprimeira camada de material granular permeável, de maneira espessura prevista em projeto, o qual atuará como dreno, para as águas de infiltração no aterro.
1.4.4 - No caso de aterro assentes sobre encostas com inclinação transversal acentuada, de acordo com projeto, as encostas naturais deverão ser escarificadas com tratores de lâmina, produzindo ranhuras acompanhando as curvas de nível. Se a natureza do solo condicionar a adoção de medidas especiais, para solidarização do aterro ao terreno natural, a fiscalização poderá exigir a execução de degraus ao longo da área a ser aterrada.
1.4.5 - O lançamento do material para construção dos aterros deve ser feito, em camadas sucessivas, em toda largura da seção transversal, em extensões tais que permitam seu umedecimento e compactação de acordo com o previsto nestas especificaçõesgerais. Para o corpo dos aterros, a espessura da camada compactada não deverá ultrapassar de 0,30m. Para as paredes camadas finais essa espessura não deve ultrapassar de 0,20m.
1.4.6 - Todas as camadas deverão ser convenientemente compactadas. Para o corpo dos aterros, deverão sê-lo na umidade ótima +3%, até se obter a massa específicaaparente seca correspondente a 95% da caixa resultem verticaismassa específica aparente máxima seca, do ensaio DNER_ME 47.64. Será promovidaPara as camadas finais daquela massa específica aparente seca deve corresponder a 100 % da massa específica aparente máxima seca, do referido ensaio. Os trechos que não atingirem as condições mínimas de compactação deverão ser escarificados, homogeneizadas, levados à umidade adequada e novamente compactados, de acordo com a massa especifica aparente seca exigida.
1.4.7 - No caso de alargamento de aterros sua execução obrigatoriamente será procedida de baixo para cima, acompanhada de degraus nos seus taludes. Desde que justificada em projeto, poderá a execução ser feita por meio de arrasamento parcial do aterro existente, até que o material escavado preencha a nova seção transversal, complementando-se após, com material importado, toda a remoção de todos os fragmentos soltos ocorrentes no interior largura da caixa, sendo a operação complementada por varredura. Terá lugar em seguida a ointura de ligação do fundo e das paredes da caixa com emulsão asfáltica catiônica, do tipo RR1-C. Quando as dimensões da ''panela'' comportarem, a aplicação do RR1-C será efetuada com espargidor manualreferida seção transversal. No caso de dimensões restritasaterros em meia encosta, o aterro naturaldeverá ser também escavado em degraus.
1.4.8 - A indicação dos taludes de aterros, tendo em vista a natureza dos solos e as condições locais, será permitida fornecida pelo projeto.
1.4.9 - Para construção de aterros assentes sobre terreno de fundação de baixa capacidade de carga, o projeto deverá prever a aplicação do RR1-C solução a ser seguida. No caso de consolidação por intermédio adensamento da camada mole, será exigido o controle por medição de brochas. A taxa de aplicação do RR1-C, em qualquer das alternativas, deverá situar-se em torno de 0,5 l/m². Deverá ser permitida a ruptura do RR1-C por um período não inferior a duas horas, após o qual terá lugar a obturação da caixa com concreto betuminoso usinado a quente. O concreto betuminoso será disposto em uma camada únicarecalques e, quando prevista, a profundidade da caixa não for superior a 5cm. Para profundidades maioresobservação de variação das pressões neutras.
1.4.10 - Em regiões onde houver ocorrência predominantemente de materiais rochosos, o preenchimento da caixa processaradmitir-se-á com a execução de duas camadas distintas. Nesse casoaterros com emprego das mesmas, desde que haja conveniência e a camada inferior será compactada adequadamente por intermédio de soquetes mecânicos e/ou placas vibratórias portáteiscritério da Fiscalização. A compactação rocha deve ser depositada em camadas cuja espessura não deve ultrapassar 0,75m. Os últimos 2.00m de aterro, deverão ser executados em camadas de no máximo 0.30m de espessura. A conformação das camadas deverá ser executada mecanicamente, devendo o material ser espalhado com equipamentos apropriados e devidamente compactado por meio de rolos vibratórios. Deverá ser obtido um conjunto, livre de grades vazias e engaiolamentos, e o diâmetro máximo dos blocos de pedra será limitado pela espessura da camada superior será efetuada através da utilização camada.
1.4.11 - Em região onde houver ocorrência predominantemente de rolo pneumático autopropelido de pressão variávelareia, mediante a realização de um número de passadas suficientes para a obtenção de densidade adequada. Esta prática também será aplicada aos casos em que o preenchimento da caixa for levado a efeito com uma única camada de concreto betuminoso usinado a quente. • Reparos profundos - A demarcação da área de remoção será efetuada de forma que o seu perímetro envolva toda a área a ser corrigida. Seguiradmitir-se-á o corte segundo o perímetro demarcadoa execução de aterros com emprego da mesma, desde que haja conveniência e a critérios da Fiscalização. Deverão ser atendidos requisitos visando ao dimensionamento da espessura das camadas, regularização das mesmas, execução de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Todo leivas de contenção sobre o material escavado seráterroso e a compactação das camadas de material terroso, entãosubsequente ao aterro em areia.
1.4.12 - A fim de proteger os taludes contra os efeitos da erosão, removido deverá ser procedida a sua drenagem e obras de proteção, mediante a plantação de gramíneas, estabilização betuminosa, e/ou execução de patamares, com o objetivo de reduzir o efeito erosivo da caixaágua, cujas paredes tudo de conformidade com o estabelecido no projeto.
1.4.13 - Havendo possibilidade de solapamento da saia do aterro, em épocas chuvosas, deverá ser providenciada a construção de enrocamento no pé do aterro. Na execução de banquetas laterais ou meios-fios conjugados com sarjetas revestidas, desde que previstas no projeto, as saídas de água serão convenientemente espaçadas na banqueta e fundo serão adequadamente desempenadosna saia do aterro. Esse tipo O detalhamento destas obras será apresentado no projeto.
1.4.14 - Sempre que possível, nos locais de reparo poderá envolver a remoção travessia de cursos de água ou passagens superiores à construção dos aterros deve-se proceder as obras de arte projetadas. E, caso contrário, todas as camadas do pavimento medidas de precaução deverão ser tomadas a fim de que o método construtivo empregado para construção dos aterros de acesso não origine movimentos ou tensões individuais em qualquer obra de arte.
1.4.15 - O aterro de acesso próximo a encontros de pontes, o enchimento de cavas de fundação e das trincheiras dos bueiros, bem como todas as áreas de até parte do subleitodifícil acesso ao equipamento convencional de compactação, dependendo da profundidade onde se situe a camada comprometedoraserão compactados mediante o uso de equipamento adequado, como soquetes manuais, sapos mecânicos, placas vibratórias, etc. A recomposição do pavimento execução será feitaem camadas, preferencialmentenas mesmas condições de massa especifica aparente seca e umidade, com os mesmos tipos de materiais utilizados na pavimentação. A aplicação da imprimação com descritas para o asfalto diluído CM-30 será efetuada com espargidor manual, corpo dos aterros.
1.4.16 - Durante a menos que as dimensões das caixas não sejam compatíveis com esse procedimentoconstrução, os demais passo serão conforme descrito nos reparos superficiaisserviços já executados deverão ser mantidos com boa conformação e permanente drenagem superficial.
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Sources: Public Bidding
Execução. A Fiscalização procederá Na execução dos serviços serão observadas as recomendações explicitadas em sequência para a construção de caixas coletoras de concreto:
a) Escavação das cavas para assentamento do dispositivo, obedecendo aos alinhamentos, cotas e dimensões indicadas no projeto;
b) Regularização do fundo escavado com compactação com emprego de compactador e com controle de umidade a fim de garantir o suporte necessário para a caixa, , em geral de considerável peso próprio;
c) Lançamento de concreto magro com utilização de concreto de cimento amassado em betoneira ou produzido em usina e transportado para o local em caminhão betoneira, sendo o concreto dosado experimentalmente para resistência característica à demarcação do compressão (fck mín), aos 28 dias de 15 MPa, como sugestão de traço 1:3;
d) Instalação das fôrmas laterais e das paredes de dispositivos acessórios, com adequado cimbramento, limitando-se os segmentos a serem concretados em cada etapa, adotando-se as juntas de dilatação estabelecidas no projeto.
e) No caso de dispositivos para os quais convergem canalizações circulares as paredes somente poderão ser iniciadas após a colocação e amarração dos tubos, assegurando-se ainda da execução de reforço no perímetro da área tubulação;
f) Colocação e amarração das caixas armaduras definidas pelo projeto, no caso de utilização de estrutura de concreto armado;
g) Lançamento e vibração do concreto tomando-se as precauções anteriormente mencionadas ;
h) Retirada das guias e das fôrmas que somente poderá ser feita após a serem abertascura do concreto, somente iniciando- se o reaterro lateral após a total desforma;
i) Os dispositivos deverão ser protegidos para que não haja a queda de materiais soltos para o seu interior, o que poderia causar sua obstrução;
j) Recomposição do terreno lateral às paredes, com colocação e compactação de material escolhido do excedente da escavação, com a remoção de pedras ou fragmentos de estrutura que possam dificultar a compactação;
k) Sendo o material local de baixa resistência, deverá ser feita substituição por areia ou pó-de-pedra, fazendo- se o preenchimento dos vazios com adensamento com adequada umidade;
l) No caso de utilização de concreto ciclópico, deverão ser feitos o lançamento e arrumação cuidadosa da pedra de mão, evitando-se a contaminação com torrões de argila ou lama;
m) No caso de utilização de dispositivos que utilizem berço de pedra argamassada as pedras serão colocadas sobre camada de concreto previamente lançado, antes de se iniciar a sua cura;
n) Para execução do dispositivo com alvenaria de cimento ou pedra deverão ser adotadas juntas desencontradas, com controle destas juntas com o uso de prumos e níveis, de forma que em todos os casos modo a referida área apresente configuração assegurar-se da estabilidade das paredes;
o) Quando forem utilizadas grelhas ou tampas somente será permitida a sua colocação e chumbamento após a total limpeza do dispositivo;
p) No caso de um quadrilátero com dois lados paralelos ao eixo do pavimento e os dois restantes, ortogonais ao mesmo eixoutilização de grelha ou tampa metálica será exigido o seu tratamento antioxidante. A execução dos reparos deverá ser conduzida em concordância com de caixas coletoras de alvenaria de tijolos abrange as instruções etapas construtivas descritas a seguir. • Reparos superficiais - A demarcação da área de remoção será levada a efeito de forma que o seu perímetro envolva, além de buracos propriamente ditos, anteriormente remendados ou não, também as plaquetas soltas .
a) Escavação do revestimento betuminoso. Suceder-se-á o corte do revestimento segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes poço destinado à instalação da caixa resultem verticais. Será promovidacoletora;
b) Regularização e compactação do fundo;
c) Lançamento e espalhamento do concreto magro, após, a remoção de todos os fragmentos soltos ocorrentes no interior constituinte do fundo da caixa, sendo a operação complementada por varredura. Terá lugar em seguida a ointura de ligação do fundo e ;
d) Execução das paredes da caixa em alvenaria de tijolos, assentados com emulsão asfáltica catiônicaargamassa de cimento e areia, do tipo RR1-C. Quando as dimensões da ''panela'' comportarem, a aplicação do RR1-C será efetuada com espargidor manual. No caso sugestão de dimensões restritas, será permitida a aplicação do RR1-C por intermédio de brochas. A taxa de aplicação do RR1-C, em qualquer das alternativas, deverá situar-se em torno de 0,5 l/m². Deverá ser permitida a ruptura do RR1-C por um período não inferior a duas horastraço 1:3, após o qual terá lugar a obturação cura do concreto do fundo. Nesta etapa ajustar a entrada do tubo, com rejuntes da caixa com concreto betuminoso usinado a quente. O concreto betuminoso será disposto em uma camada únicamesma argamassa;
e) Preparo das fôrmas e instalação da armadura da cinta intermediária, quando a profundidade da caixa não for superior a 5cm. Para profundidades maiores, o preenchimento da caixa processar-se-á com a execução de duas camadas distintas. Nesse caso, a camada inferior será compactada adequadamente por intermédio de soquetes mecânicos e/ou placas vibratórias portáteis. A compactação da camada superior será efetuada através da utilização de rolo pneumático autopropelido de pressão variável, mediante a realização de um número de passadas suficientes para a obtenção de densidade adequada. Esta prática também será aplicada aos casos em que o preenchimento da caixa for levado a efeito com uma única camada de concreto betuminoso usinado a quente. • Reparos profundos - A demarcação da área de remoção será efetuada de forma que o seu perímetro envolva toda a área a ser corrigida. Seguir-se-á o corte segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Todo o material escavado será, então, removido da caixa, cujas paredes e fundo serão adequadamente desempenados. Esse tipo de reparo poderá envolver a remoção de todas as camadas do pavimento e de até parte do subleito, dependendo da profundidade onde se situe a camada comprometedora. A recomposição do pavimento será feita, preferencialmente, com os mesmos tipos de materiais utilizados na pavimentação. A aplicação da imprimação com o asfalto diluído CM-30 será efetuada com espargidor manual, a menos que as dimensões das caixas não sejam compatíveis com esse procedimento, os demais passo serão conforme descrito nos reparos superficiais.prevista;
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Sources: Projeto De Obra De Arte Corrente
Execução. a) Locação da obra atendendo às notas de serviço para implantação de obras de arte correntes de acordo com o projeto executivo.
b) A Fiscalização procederá locação é feita por instrumentação topográfica após desmatamento e regularização do fundo do talvegue.
c) No caso de deslocamento do eixo do bueiro do leito natural, executar o preenchimento da vala com pedra de mão ou “rachão” para proporcionar o fluxo das águas de infiltração ou remanescentes da canalização do talvegue.
d) Após a regularização do fundo da grota, antes da concretagem do berço, locar a obra com a instalação de réguas e gabaritos, que permitam materializar no local, as indicações de alinhamento, profundidade e declividade do bueiro.
e) O espaçamento máximo entre réguas é de 5,00 m, sendo permitidos pequenos ajustamentos das obras, definidas pelas notas de serviço, garantindo adequação ao terreno.
f) A declividade longitudinal do bueiro deve ser contínua e somente em condições excepcionais permitir descontinuidades no perfil dos bueiros.
g) No caso de interrupção da sarjeta ou da canalização coletora, junto ao bueiro, instalar dispositivo de transferência para o bueiro, como: caixa coletora, caixa de passagem ou outro indicado.
h) A escavação das cavas é feita em profundidade que comporte a execução do berço, adequada ao bueiro selecionado, por processo mecânico ou manual.
i) A escavação deve ser executada de forma a garantir a segurança dos operários envolvidos.
j) A largura da cava deve ser superior à demarcação do perímetro berço, em no máximo 50 cm para cada lado, de modo a garantir a implantação de fôrmas nas dimensões exigidas e adequada segurança no trabalho.
k) O curso d’água deve ser desviado, quando necessário.
l) Caso haja necessidade de execução de aterros para atingir a cota de assentamento do berço, estes devem ser executados com material de boa qualidade e compactados em camadas de no máximo 15 cm.
m) Deve ser exigida a compactação mecânica através de compactadores manuais, placa vibratória ou compactador de impacto, para garantir o grau de compactação satisfatório e a uniformidade de apoio para a execução do berço.
n) Execução da área porção inferior do berço (sobreberço), até se atingir a linha correspondente à geratriz inferior dos tubos. Vibrar o concreto mecanicamente.
o) Instalação dos tubos sobre a porção superior do sobreberço, tão logo o concreto utilizado apresente resistência suficiente. Se necessário, utilizar guias ou calços de madeira ou de concreto pré-moldado para fixar os tubos na posição correta. Os tubos devem estar limpos antes de sua aplicação.
p) Complementação da concretagem do berço, após a instalação dos tubos. Vibrar o concreto mecanicamente.
q) Retirada das caixas fôrmas laterais ao berço, assim que a serem abertasevolução da cura do concreto o permita
r) Rejuntamento dos tubos internamente (porção inferior) e externamente (porção superior).
s) Execução do reaterro, preferencialmente com o próprio material escavado, desde que este seja de boa qualidade. Caso não seja, importar material selecionado. A compactação do material de reaterro deve ser executada em camadas individuais de no máximo 15 cm de espessura, por meio de "sapos mecânicos", placas vibratórias ou soquetes manuais. O equipamento utilizado deve ser compatível com o espaço previsto no projeto-tipo entre linhas de tubos de bueiros duplos ou triplos. Especial atenção deve ser dada à compactação junto às paredes dos tubos. O reaterro deve prosseguir até se atingir uma espessura de, no mínimo, 60 cm acima da geratriz superior externa do corpo do bueiro.
t) Execução das bocas de montante e jusante. Caso as bocas de montante sejam do tipo caixa coletora de sarjetas (bueiros de greide) ou de talvegue (bueiro de grota), devem ser atendidos procedimentos
u) Concluídas as bocas, devem ser verificadas as condições de canalização a montante e a jusante do bueiro. Todas as erosões encontradas e que possam vir a comprometer o funcionamento da obra devem ser tratadas com enrocamento de pedra arrumada ou por soluções específicas do projeto. Devem ser executadas as necessárias valas de derivação a jusante, e bacias de captação a montante, de forma que em todos os casos a referida área apresente configuração de um quadrilátero com dois lados paralelos ao eixo disciplinar a entrada e saída do pavimento e os dois restantes, ortogonais ao mesmo eixo. A execução dos reparos deverá ser conduzida em concordância com as instruções a seguir. • Reparos superficiais - A demarcação da área de remoção será levada a efeito de forma que o seu perímetro envolva, além de buracos propriamente ditos, anteriormente remendados ou não, também as plaquetas soltas do revestimento betuminoso. Suceder-se-á o corte do revestimento segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Será promovida, após, a remoção de todos os fragmentos soltos ocorrentes fluxo d'água no interior da caixa, sendo a operação complementada por varredura. Terá lugar em seguida a ointura de ligação do fundo e das paredes da caixa com emulsão asfáltica catiônica, do tipo RR1-C. Quando as dimensões da ''panela'' comportarem, a aplicação do RR1-C será efetuada com espargidor manual. No caso de dimensões restritas, será permitida a aplicação do RR1-C por intermédio de brochas. A taxa de aplicação do RR1-C, em qualquer das alternativas, deverá situar-se em torno de 0,5 l/m². Deverá ser permitida a ruptura do RR1-C por um período não inferior a duas horas, após o qual terá lugar a obturação da caixa com concreto betuminoso usinado a quente. O concreto betuminoso será disposto em uma camada única, quando a profundidade da caixa não for superior a 5cm. Para profundidades maiores, o preenchimento da caixa processar-se-á com a execução de duas camadas distintas. Nesse caso, a camada inferior será compactada adequadamente por intermédio de soquetes mecânicos e/ou placas vibratórias portáteis. A compactação da camada superior será efetuada através da utilização de rolo pneumático autopropelido de pressão variável, mediante a realização de um número de passadas suficientes para a obtenção de densidade adequada. Esta prática também será aplicada aos casos em que o preenchimento da caixa for levado a efeito com uma única camada de concreto betuminoso usinado a quente. • Reparos profundos - A demarcação da área de remoção será efetuada de forma que o seu perímetro envolva toda a área a ser corrigida. Seguir-se-á o corte segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Todo o material escavado será, então, removido da caixa, cujas paredes e fundo serão adequadamente desempenados. Esse tipo de reparo poderá envolver a remoção de todas as camadas do pavimento e de até parte do subleito, dependendo da profundidade onde se situe a camada comprometedora. A recomposição do pavimento será feita, preferencialmente, com os mesmos tipos de materiais utilizados na pavimentação. A aplicação da imprimação com o asfalto diluído CM-30 será efetuada com espargidor manual, a menos que as dimensões das caixas não sejam compatíveis com esse procedimento, os demais passo serão conforme descrito nos reparos superficiaisbueiro.
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Sources: Memorial Descritivo
Execução. A Fiscalização procederá à demarcação do perímetro da área das caixas 1.1 – Sobre a serem abertasbase devidamente construída, de forma que acordo com as especificações e projetos correspondentes, a sua execução será espalhada, à critério da FISCALIZAÇÃO, uma camada solta e uniforme de areia ou de mistura de cimento e areia ( no traço 1:6 ), com espessura variável entre 0,02m. e 0,05m., destinada a compensar as irregularidades e desuniformidades de tamanho dos paralelepípedos. Em seguida, os paralelepípedos são distribuídos ao longo do colchão, colocado sobre a base, em todos os casos fileiras transversais, de acordo com a referida área apresente configuração seção transversal do projeto, com espaçamento aproximadamente de um quadrilátero com dois lados paralelos metros. Nos trechos em tangente, as fileiras serão normais ao eixo da pista. Os paralelepípedos deverão ser colocados sobre o colchão, pelo calceteiro, de modo que suas faces superiores fiquem na altura determinada pelo projeto, definida pelas fileiras já assentadas, depois de devidamente golpeadas, com o martelo, pelo calceteiro. O espaçamento entre os paralelepípedos deverá variar entre 0,01m. e 0,02m. Na Segunda fileira, os paralelepípedos deverão ser defasados, com relação aos da primeira, em metade do pavimento seu comprimento. Durante a execução, para cumprimento fiel das disposições do projeto, deverá o calceteiro assentar os paralelepípedos com auxílio de uma régua de comprimento mínimo de 2,20m., apoiando-se nas fileiras já assentadas. Os paralelepípedos empregados em uma mesma fileira deverão ter larguras aproximadamente iguais.
1.2 – Nas curvas de grandes raios, pela seleção dos tamanhos dos paralelepípedos e os dois restantespela ligeira modificação de espessura da junta transversal, ortogonais manter-se-ão as fileiras normais ao mesmo eixo. A execução eixo da pista.
1.3 – Nas curvas em que a grandeza dos reparos deverá ser conduzida em concordância com as instruções a seguir. • Reparos superficiais - A demarcação da área de remoção será levada a efeito de forma raios for tal que o seu perímetro envolvaexpediente indicado anteriormente for insuficiente, além de buracos propriamente ditos, anteriormente remendados ou não, também as plaquetas soltas do revestimento betuminoso. Sucederproceder-se-á do modo seguinte: Atingido o corte PC, as fileiras continuam, curva a dentro, normais ao prolongamento do revestimento segundo eixo até ser alcançado o perímetro demarcadoponto “A” (conforme demonstrado nas figuras apresentadas adiante ), de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Será promovida, após, a remoção de todos os fragmentos soltos ocorrentes no interior da caixa, sendo a operação complementada por varredura. Terá lugar em seguida a ointura de ligação do fundo e das paredes da caixa com emulsão asfáltica catiônica, do tipo RR1-C. Quando as dimensões da ''panela'' comportarem, a aplicação do RR1-C será efetuada com espargidor manual. No caso de dimensões restritas, será permitida a aplicação do RR1-C por intermédio de brochas. A taxa de aplicação do RR1-Cfixado pela FISCALIZAÇÃO, em qualquer das alternativasfunção do ângulo central da curva. Pelo ponto “B”, deverá situartraça-se a normal “BD” ao eixo da pista em torno curva, marca-se “DE”=”DC” e assenta-se a fileira “BE”. As fileiras devem progredir paralelamente a “BE” até um ponto “G”, onde se repetirão as condições de 0,5 l/m²“A”. Deverá ser permitida a ruptura do RR1Entre “G” e “J”, procede-C por um período não inferior a duas horasse como ‘A” e “F” e, após assim, sucessivamente, até o qual terá lugar a obturação da caixa com concreto betuminoso usinado a quente“PT”, conforme figura 1, anexa. O concreto betuminoso será disposto em uma camada únicaNos triângulos “CBR” e “YHK”, quando a profundidade da caixa não for superior a 5cm. Para profundidades maioresdeixados vazios, o preenchimento calçamento será completado conforme a figura 2, isto é, fixada a fileira a fileira “BE”, sobre a qual se decide fechar o calçamento, reinicia-se este a partir de “BC”.
1.4 – Nos trechos de cruzamento, o calçamento deverá continuar, sem modificação, na pista considerada principal. Na pista secundária o assentamento seguirá da caixa processarmesma forma até encontrar o alinhamento do bordo da pista principal, tomando-se-á com se a execução de duas camadas distintas. Nesse caso, a camada inferior será compactada adequadamente por intermédio de soquetes mecânicos e/ou placas vibratórias portáteis. A compactação da camada superior será efetuada através da utilização de rolo pneumático autopropelido de pressão variável, mediante a realização de um número de passadas suficientes atenção devida para a obtenção perfeita concordância da junção das duas vias, conforme figura 3.
1.5 – O rejuntamento dos paralelepípedos será efetuado logo que seja terminado a seu assentamento e será precedido de densidade adequada. Esta prática também será aplicada aos casos uma operação de espargimento d’água em que o preenchimento da caixa for levado a efeito com uma única camada de concreto betuminoso usinado a quente. • Reparos profundos - A demarcação da área de remoção será efetuada de forma que o seu perímetro envolva toda a área a ser corrigidarejuntada. SeguirO intervalo entre as operações de assentamento e rejuntamento dos paralelepípedos fica a critério da FISCALIZAÇÃO.
1.6 – O rejuntamento será feito com argamassa semi-fluida de cimento e areia, cujo traço (1:2) será fixado no projeto ou indicado pela FISCALIZAÇÃO, far-se-á o corte segundo o perímetro demarcadoá, utilizando-se recipientes apropriados, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Todo modo a haver um preenchimento total das juntas dos paralelepípedos.
1.7 – O rejuntamento será feito com argamassa semi-fluida de cimento e areia, cujo traço (1:2) será fixado no projeto ou indicado pela FISCALIZAÇÃO, far-se-á, utilizando-se recipientes apropriados, de modo a haver um preenchimento total das juntas dos paralelepípedos.
1.8 – Após a operação de rejuntamento, será retirado – com auxílio de espátulas – o material escavado seráexcesso de argamassa, entãoprocedendo-se, removido da caixaem seguida, cujas paredes a uma varredura de acabamento e fundo serão adequadamente desempenados. Esse tipo desenhando-se no rejunto a separação dos paralelepípedos.
1.9 – Durante todo o período de reparo poderá envolver a remoção de todas as camadas construção do pavimento – e, até o seu recebimento definitivo – os trechos em construção e o pavimento pronto deverão ser protegidos contra os elementos que possam danifica-los. Tratando-se de até parte do subleito, dependendo da profundidade onde se situe a camada comprometedora. A recomposição do pavimento será feita, preferencialmente, com os mesmos tipos de materiais utilizados na pavimentação. A aplicação da imprimação com o asfalto diluído CM-30 será efetuada com espargidor manualestradas cujo tráfego não possa ser desviado, a menos que as dimensões das caixas não sejam compatíveis com esse procedimentoobra será executada em meia pista e, os demais passo serão conforme descrito nos reparos superficiaisneste caso, o empreiteiro deverá construir e conservar barricadas para impedir o tráfego pela meia pista em serviço, bem como ter um perfeito serviço de sinalização, de modo a impedir acidentes e empecilhos à circulação do tráfego pela meia pista livre, em qualquer hora do dia ou da noite.
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Sources: Licitação
Execução. A Fiscalização procederá base da caixa deverá ser executada em concreto estrutural com resistência de 20Mpa com malha de aço com diâmetro 6.3mm, e espessura de 10cm, sobre base regular de concreto magro com 5cm de espessura executada sobre terreno devidamente nivelado e compactado. Deverá partir da base presa à demarcação do perímetro da área malha de aço, duas barras de aço (ᶲ 8mm) em cada extremidade das caixas a serem abertaspara execução dos pilaretes nos vértices da alvenaria. O fundo deverá ter um acabamento em argamassa liso, de forma a criar uma conformação com as linhas de drenagem que em todos os casos a referida área apresente configuração de um quadrilátero com dois lados paralelos ao eixo do pavimento e os dois restantes, ortogonais ao mesmo eixopassem pela caixa. A execução dos reparos alvenaria será executada em blocos de concreto assentados com argamassa na proporção 1:2:8 (Cimento: Cal: Areia) com cordões de assentamento com espessura de 2,5cm. Deverão ser respeitadas as condições de prumo, nivelamento, alinhamento e de esquadro. Deverão ser executados nas extremidades de cada caixa, pilaretes preenchidos com concreto na resistência adequada, sendo os mesmos compostos por duas barras de aço com diâmetro de 8.0mm, partindo da laje de fundo da caixa. A última fiada de alvenaria deverá ser conduzida executada em concordância bloco calha preenchido com as instruções a seguirconcreto estrutural com duas barras de aço com diâmetro de 8.0mm. • Reparos superficiais - Os vazios dos blocos serão preenchidos com concreto simples fck=10MPa. A demarcação da área de remoção será levada a efeito de forma que o seu perímetro envolva, além de buracos propriamente ditos, anteriormente remendados ou não, também as plaquetas soltas do revestimento betuminoso. Suceder-se-á o corte do revestimento segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes seção superior da caixa resultem verticaisreceberá uma grelha de ferro fundido de 135 Kg completa articulada no caixilho chumbada ao concreto de preenchimento dos blocos e arrematada com argamassa de cimento e areia no traço 1:3 em volume. Será promovidaO revestimento das caixas será realizado em argamassa na proporção 1 : 3, apóscom aditivo impermeabilizante de boa qualidade, a remoção na espessura de todos os fragmentos soltos ocorrentes no interior 2,5cm na parte interna e externa da caixa, sendo o revestimento deve ser realizado em toda a operação complementada por varredura. Terá lugar em seguida caixa, até nas bordas onde será apoiada a ointura tampa de ligação do fundo e das paredes da caixa com emulsão asfáltica catiônica, do tipo RR1-C. Quando as dimensões da ''panela'' comportaremconcreto, a aplicação do RR1-C será efetuada com espargidor manual. No caso de dimensões restritas, será permitida a aplicação do RR1-C por intermédio de brochas. A taxa de aplicação do RR1-C, em qualquer alvenaria das alternativas, caixas deverá situar-se em torno de 0,5 l/m². Deverá ser permitida a ruptura do RR1-C por um período não inferior a duas horas, após o qual terá lugar a obturação da caixa com concreto betuminoso usinado a quente. O concreto betuminoso será disposto em receber uma camada única, quando a profundidade da caixa não for superior a 5cm. Para profundidades maiores, o preenchimento da caixa processar-se-á com a execução de duas camadas distintas. Nesse caso, a camada inferior será compactada adequadamente por intermédio chapisco na proporção de soquetes mecânicos e/ou placas vibratórias portáteis. A compactação 1 : 2 antes da camada superior será efetuada através da utilização de rolo pneumático autopropelido de pressão variável, mediante a realização de um número de passadas suficientes para a obtenção de densidade adequada. Esta prática também será aplicada aos casos em que o preenchimento da caixa for levado a efeito com uma única camada de concreto betuminoso usinado a quente. • Reparos profundos - A demarcação da área de remoção será efetuada de forma que o seu perímetro envolva toda a área a ser corrigida. Seguir-se-á o corte segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Todo o material escavado será, então, removido da caixa, cujas paredes e fundo serão adequadamente desempenados. Esse tipo de reparo poderá envolver a remoção de todas as camadas do pavimento e de até parte do subleito, dependendo da profundidade onde se situe a camada comprometedora. A recomposição do pavimento será feita, preferencialmente, com os mesmos tipos de materiais utilizados na pavimentação. A aplicação da imprimação com o asfalto diluído CM-30 será efetuada com espargidor manual, a menos que as dimensões das caixas não sejam compatíveis com esse procedimento, os demais passo serão conforme descrito nos reparos superficiaisemboço.
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Sources: Contract for Construction Services
Execução. 11.1 Deverão ser empregados EPIs e ferramentas adequados para perfeita execução da instalação, e demais exigências do MTE.
11.2 Deverão ser seguidas e cumpridas todas as exigências das normas regulamentadoras do MTE.
11.3 Em caso de concretagem ou acabamento com argamassa, todas as pontas de eletrodutos expostas, bem como as caixas, deverão ser vedadas por meio de proteções apropriadas.
11.4 Quando necessário, os eletrodutos deverão ser cortados perpendicularmente ao seu eixo longitudinal, abrindo-se uma nova rosca.
11.5 Em todos os eletrodutos deverão ser usadas curvas pré-fabricadas, com raio mínimo da curvatura superior a 07 (sete) vezes o diâmetro do mesmo.
11.6 A Fiscalização procederá à demarcação do perímetro da área das conexão caixa - eletroduto deverá ser sempre arrematada por meio de buchas e arruelas.
11.7 Os fios somente apresentarão emendas dentro de eletrocalhas ou de caixas a serem abertasde passagem.
11.8 As emendas deverão ser efetuadas através de conectores adequados e perfeitamente isoladas com fita autofusão e posteriormente fita plástica nos condutores de seção nominal 2,5mm², 4mm² e 6mm².
11.9 Deverão ser realizados teste de forma que isolação em todos os casos circuitos conforme prescrição da NBR-5410.
11.10 Caso necessário, a referida área apresente configuração CONTRATADA deverá pactuar com a CÂMARA MUNICIPAL a data e horário para o desligamento da energia, de um quadrilátero alguma sala ou setor da edificação, comunicando a CÂMARA MUNICIPAL com dois lados paralelos no mínimo 02 (dois) dias de antecedência ao eixo do pavimento desligamento.
11.11 Os trabalhos de gesso e os dois restantespintura, ortogonais ao mesmo eixo. A execução dos reparos deverá onde forem necessários, poderão ser conduzida em concordância com as instruções a seguir. • Reparos superficiais - A demarcação da área de remoção será levada a efeito coordenados de forma a permitir otimização da mão de obra necessária, desde que o seu perímetro envolva, além de buracos propriamente ditos, anteriormente remendados não ofereça riscos ou não, também as plaquetas soltas do revestimento betuminoso. Suceder-se-á o corte do revestimento segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes traga algum transtorno para os colaboradores e ocupantes da caixa resultem verticais. Será promovida, após, a remoção de todos os fragmentos soltos ocorrentes no interior da caixa, sendo a operação complementada por varredura. Terá lugar em seguida a ointura de ligação do fundo e das paredes da caixa com emulsão asfáltica catiônica, do tipo RR1-C. Quando as dimensões da ''panela'' comportarem, a aplicação do RR1-C será efetuada com espargidor manual. No caso de dimensões restritas, será permitida a aplicação do RR1-C por intermédio de brochas. A taxa de aplicação do RR1-C, em qualquer das alternativas, deverá situar-se em torno de 0,5 l/m². Deverá ser permitida a ruptura do RR1-C por um período não inferior a duas horas, após o qual terá lugar a obturação da caixa com concreto betuminoso usinado a quente. O concreto betuminoso será disposto em uma camada única, quando a profundidade da caixa não for superior a 5cm. Para profundidades maiores, o preenchimento da caixa processar-se-á com a execução de duas camadas distintas. Nesse caso, a camada inferior será compactada adequadamente por intermédio de soquetes mecânicos e/ou placas vibratórias portáteis. A compactação da camada superior será efetuada através da utilização de rolo pneumático autopropelido de pressão variável, mediante a realização de um número de passadas suficientes para a obtenção de densidade adequada. Esta prática também será aplicada aos casos em que o preenchimento da caixa for levado a efeito com uma única camada de concreto betuminoso usinado a quente. • Reparos profundos - A demarcação da área de remoção será efetuada de forma que o seu perímetro envolva toda a área a ser corrigida. Seguir-se-á o corte segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Todo o material escavado será, então, removido da caixa, cujas paredes e fundo serão adequadamente desempenados. Esse tipo de reparo poderá envolver a remoção de todas as camadas do pavimento e de até parte do subleito, dependendo da profundidade onde se situe a camada comprometedora. A recomposição do pavimento será feita, preferencialmente, com os mesmos tipos de materiais utilizados na pavimentação. A aplicação da imprimação com o asfalto diluído CM-30 será efetuada com espargidor manual, a menos que as dimensões das caixas não sejam compatíveis com esse procedimento, os demais passo serão conforme descrito nos reparos superficiaisCÂMARA MUNICIPAL.
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Sources: Pregão Presencial
Execução. A Fiscalização procederá à demarcação Empunhadura: Deve ser deixado um espaço livre de no mínimo 4,0 cm entre a pa- rede e o corrimão. Quando embutidos na parede, os corrimãos devem estar afastados 4,0 cm da pa- rede de fundo e 15,0 cm da face superior da reentrância; Prolongamento: Os corrimãos laterais devem prolongar-se pelo menos 30 cm antes do perímetro início e após o término da área das caixas rampa ou escada, sem interferir com áreas de circulação ou prejudicar a serem abertasvazão. Em edificações existentes, de forma que em todos os casos a referida área apresente configuração de um quadrilátero com dois lados paralelos onde for impra- ticável promover o prolongamento do corrimão no sentido do caminhamento, este pode ser feito ao eixo do pavimento e os dois restantes, ortogonais ao mesmo eixo. A execução dos reparos deverá ser conduzida em concordância com as instruções a seguir. • Reparos superficiais - A demarcação longo da área de remoção será levada a efeito de forma que o seu perímetro envolvacirculação ou fixado na parede adjacente. As extremidades dos corrimãos devem ter acabamento recurvado, além de buracos propriamente ditosser fixadas ou justapostas à parede ou piso, anteriormente remendados ou nãoainda ter desenho contí- nuo, também as plaquetas soltas do revestimento betuminoso. Suceder-se-á o corte do revestimento segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Será promovida, apóssem protuberâncias; Altura: Para degraus isolados e escadas, a remoção altura dos corrimãos deve ser de todos 0,92 m do piso, medidos de sua geratriz superior. Nas rampas, os fragmentos soltos ocorrentes no interior da caixa, sendo a operação complementada por varredura. Terá lugar em seguida a ointura de ligação do fundo e das paredes da caixa com emulsão asfáltica catiônica, do tipo RR1-C. Quando as dimensões da ''panela'' comportarem, a aplicação do RR1-C será efetuada com espargidor manual. No caso de dimensões restritas, será permitida a aplicação do RR1-C por intermédio de brochas. A taxa de aplicação do RR1-C, em qualquer das alternativas, deverá situar-se em torno de 0,5 l/m². Deverá corrimãos laterais devem ser permitida a ruptura do RR1-C por um período não inferior instalados a duas horasalturas: 0,92 m e 0,70 m do piso, após medidos da geratriz superior. Corrimãos late- rais: Os corrimãos laterais devem ser contínuos, sem interrupção nos patamares das escadas ou rampas; Corrimão Intermediário: Quando se tratar de escadas ou rampas com largura superior a 2,40 m, é necessária a instalação de corrimão intermediário. Os corrimãos intermediários somente devem ser interrompidos quando o qual terá lugar a obturação da caixa com concreto betuminoso usinado a quente. O concreto betuminoso será disposto em uma camada única, quando a profundidade da caixa não comprimento do patamar for superior a 5cm. Para profundidades maiores1,40 m, garantindo o preenchimento da caixa processar-se-á com a execução espaçamento mínimo de duas camadas distintas. Nesse caso, a camada inferior será compactada adequadamente por intermédio de soquetes mecânicos e/ou placas vibratórias portáteis. A compactação da camada superior será efetuada através da utilização de rolo pneumático autopropelido de pressão variável, mediante a realização 0,80 m entre o término de um número de passadas suficientes para a obtenção de densidade adequada. Esta prática também será aplicada aos casos em que segmento e o preenchimento da caixa for levado a efeito com uma única camada de concreto betuminoso usinado a quente. • Reparos profundos - A demarcação da área de remoção será efetuada de forma que o seu perímetro envolva toda a área a ser corrigida. Seguir-se-á o corte segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Todo o material escavado será, então, removido da caixa, cujas paredes e fundo serão adequadamente desempenados. Esse tipo de reparo poderá envolver a remoção de todas as camadas início do pavimento e de até parte do subleito, dependendo da profundidade onde se situe a camada comprometedora. A recomposição do pavimento será feita, preferencialmente, com os mesmos tipos de materiais utilizados na pavimentação. A aplicação da imprimação com o asfalto diluído CM-30 será efetuada com espargidor manual, a menos que as dimensões das caixas não sejam compatíveis com esse procedimento, os demais passo serão conforme descrito nos reparos superficiais.seguinte
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Execução. A Fiscalização procederá à demarcação do perímetro da área das caixas 1.1 – Sobre a serem abertasbase devidamente construída, de forma que acordo com as especificações e projetos correspondentes, a sua execução será espalhada, à critério da FISCALIZAÇÃO, uma camada solta e uniforme de areia ou de mistura de cimento e areia ( no traço 1:6 ), com espessura variável entre 0,02m. e 0,05m., destinada a compensar as irregularidades e desuniformidades de tamanho dos paralelepípedos. Em seguida, os paralelepípedos são distribuídos ao longo do colchão, colocado sobre a base, em todos os casos fileiras transversais, de acordo com a referida área apresente configuração de um quadrilátero com dois lados paralelos seção transversal do projeto. Nos trechos em tangente, as fileiras serão normais ao eixo da pista. Os paralelepípedos deverão ser colocados sobre o colchão, pelo calceteiro, de modo que suas faces superiores fiquem na altura determinada pelo projeto, definida pelas fileiras já assentadas, depois de devidamente golpeadas, com o martelo, pelo calceteiro. O espaçamento entre os paralelepípedos deverá variar entre 0,01m. e 0,02m. Na Segunda fileira, os paralelepípedos deverão ser defasados, com relação aos da primeira, em metade do pavimento seu comprimento. Durante a execução, para cumprimento fiel das disposições do projeto, deverá o calceteiro assentar os paralelepípedos com auxílio de uma régua de comprimento mínimo de 2,20m, apoiando-se nas fileiras já assentadas. Os paralelepípedos empregados em uma mesma fileira deverão ter larguras aproximadamente iguais.
1.2 – Nas curvas de grandes raios, pela seleção dos tamanhos dos paralelepípedos e os dois restantespela ligeira modificação de espessura da junta transversal, ortogonais manter-se-ão as fileiras normais ao mesmo eixo. A execução eixo da pista.
1.3 – Nas curvas em que a grandeza dos reparos deverá ser conduzida em concordância com as instruções a seguir. • Reparos superficiais - A demarcação da área de remoção será levada a efeito de forma raios for tal que o seu perímetro envolvaexpediente indicado anteriormente for insuficiente, além de buracos propriamente ditos, anteriormente remendados ou não, também as plaquetas soltas do revestimento betuminoso. Sucederproceder-se-á do modo seguinte: Atingido o corte PC, as fileiras continuam, curva a dentro, normais ao prolongamento do revestimento segundo eixo até ser alcançado o perímetro demarcadoponto “A”, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Será promovida, após, a remoção de todos os fragmentos soltos ocorrentes no interior da caixa, sendo a operação complementada por varredura. Terá lugar em seguida a ointura de ligação do fundo e das paredes da caixa com emulsão asfáltica catiônica, do tipo RR1-C. Quando as dimensões da ''panela'' comportarem, a aplicação do RR1-C será efetuada com espargidor manual. No caso de dimensões restritas, será permitida a aplicação do RR1-C por intermédio de brochas. A taxa de aplicação do RR1-Cfixado pela FISCALIZAÇÃO, em qualquer das alternativasfunção do ângulo central da curva. Pelo ponto “B”, deverá situartraça-se a normal “BD” ao eixo da pista em torno curva, marca-se “DE”=”DC” e assenta-se a fileira “BE”. As fileiras devem progredir paralelamente a “BE” até um ponto “G”, onde se repetirão as condições de 0,5 l/m²“A”. Deverá ser permitida a ruptura do RR1Entre “G” e “J”, procede-C por um período não inferior a duas horasse como ‘A” e “F” e, após assim, sucessivamente, até o qual terá lugar a obturação da caixa com concreto betuminoso usinado a quente“PT”. O concreto betuminoso será disposto em uma camada únicaNos triângulos “CBR” e “YHK”, quando a profundidade da caixa não for superior a 5cm. Para profundidades maioresdeixados vazios, o preenchimento calçamento será completado, isto é, fixada a fileira a fileira “BE”, sobre a qual se decide fechar o calçamento, reinicia-se este a partir de “BC”.
1.4 – Nos trechos de cruzamento, o calçamento deverá continuar, sem modificação, na pista considerada principal. Na pista secundária o assentamento seguirá da caixa processarmesma forma até encontrar o alinhamento do bordo da pista principal, tomando-se-á com se a execução de duas camadas distintas. Nesse caso, a camada inferior será compactada adequadamente por intermédio de soquetes mecânicos e/ou placas vibratórias portáteis. A compactação da camada superior será efetuada através da utilização de rolo pneumático autopropelido de pressão variável, mediante a realização de um número de passadas suficientes atenção devida para a obtenção perfeita concordância da junção das duas vias.
1.5 – O rejuntamento dos paralelepípedos será efetuado logo que seja terminado a seu assentamento e será precedido de densidade adequada. Esta prática também será aplicada aos casos uma operação de espargimento d’água em que o preenchimento da caixa for levado a efeito com uma única camada de concreto betuminoso usinado a quente. • Reparos profundos - A demarcação da área de remoção será efetuada de forma que o seu perímetro envolva toda a área a ser corrigidarejuntada. SeguirO intervalo entre as operações de assentamento e rejuntamento dos paralelepípedos fica a critério da FISCALIZAÇÃO.
1.6 – O rejuntamento será feito com argamassa semi-fluida de cimento e areia, cujo traço (1:2) será fixado no projeto ou indicado pela FISCALIZAÇÃO, far-se-á o corte segundo o perímetro demarcadoá, utilizando-se recipientes apropriados, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Todo modo a haver um preenchimento total das juntas dos paralelepípedos.
1.7 – Após a operação de rejuntamento, será retirado – com auxílio de espátulas – o material escavado seráexcesso de argamassa, entãoprocedendo-se, removido da caixaem seguida, cujas paredes a uma varredura de acabamento e fundo serão adequadamente desempenados. Esse tipo desenhando-se no rejunto a separação dos paralelepípedos.
1.8 – Durante todo o período de reparo poderá envolver a remoção de todas as camadas construção do pavimento – e, até o seu recebimento definitivo – os trechos em construção e o pavimento pronto deverão ser protegidos contra os elementos que possam danifica-los. Tratando-se de até parte do subleito, dependendo da profundidade onde se situe a camada comprometedora. A recomposição do pavimento será feita, preferencialmente, com os mesmos tipos de materiais utilizados na pavimentação. A aplicação da imprimação com o asfalto diluído CM-30 será efetuada com espargidor manualestradas cujo tráfego não possa ser desviado, a menos que as dimensões das caixas não sejam compatíveis com esse procedimentoobra será executada em meia pista e, os demais passo serão conforme descrito nos reparos superficiaisneste caso, o empreiteiro deverá construir e conservar barricadas para impedir o tráfego pela meia pista em serviço, bem como ter um perfeito serviço de sinalização, de modo a impedir acidentes e empecilhos à circulação do tráfego pela meia pista livre, em qualquer hora do dia ou da noite.
1.9 – O tráfego somente será permitido, no trecho pronto, após um período de cura mínima de 8 dias, durante o qual, a pista deverá ser mantida umedecida.
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Execução. Preparação da superfície : - A Fiscalização procederá à demarcação do perímetro superfície deverá previamente lavada, isenta de pó, areia, resíduos de óleo,graxa, desmoldante, etc Sobre a superfície horizontal úmida, executar regularização comcaimento mínimo de 1% em direção aos pontos de escoamento de água, preparada comargamassa de cimento e areia média, traço 1:3, utilizando água de amassamentocomposta de 1 volume de emulsão adesiva Viafix e 2 volumes de água para maioraderência ao substrato. Essa argamassa deverá ter acabamento desempenado espessura mínima de 2 cm. - Na região dos ralos, deverá ser criado um rebaixo de 1 cm de profundidade, comárea de 40x40 cm com bordas chanfradas para que haja nivelamento de toda a impermeabilização, após a colocação dos reforços previstos neste local.Todos os cantos e arestas deverão ser arredondados com raio aproximado de 5cm a 8 cm. - Juntas de dilatação deverão ser consideradas como divisores de água de forma a evitar o acúmulo de água. As juntas deverão estar limpas e desobstruídas, permitindo sua normal movimentação. - Nas áreas verticais em alvenaria, executar chapisco de cimento e areia grossa,traço 1:3, seguido da área das caixas a serem abertasexecução de uma argamassa desempenada, de forma cimento e areiamédia, traço 1:4, utilizando água de amassamento composta de 1 volume de emulsãoadesiva Viafix e 2 volumes de água. - Os ralos e demais peças emergentes deverão estar adequadamente fixados deforma a executar os arremates, conforme os detalhes do projeto. APLICAÇÃO: - Aplicar sobre o telhado ou sobre a regularização seca uma demão de primerViabit, Adeflex ou Ecoprimer, com rolo ou trincha e aguardar a secagem por no mínimo 6horas - Alinhar a manta asfáltica de acordo com o requadramento da área, procurandoiniciar a colagem no sentido dos ralos para as cotas mais elevadas; - Com auxílio da chama do maçarico de gás GLP, proceder a aderência total damanta asfáltica. Nas emendas das mantas, deverá haver sobreposição de 10 cm que receberão bi selamento para proporcionar perfeita vedação. - Executar as mantas na posição horizontal, subindo 10 cm na posição vertical. - Alinhar e aderir à manta na vertical, descendo e sobrepondo em todos os casos a referida área apresente configuração de um quadrilátero com dois lados paralelos ao eixo do pavimento e os dois restantes, ortogonais ao mesmo eixo10 cm na manta aderidana horizontal. A execução dos reparos deverá ser conduzida em concordância com as instruções a seguir. • Reparos superficiais - A demarcação da área de remoção será levada a efeito de forma que o seu perímetro envolva, além de buracos propriamente ditos, anteriormente remendados ou não, também as plaquetas soltas do revestimento betuminosoimpermeabilização deverá subir na vertical no mínimo 30 cm. Suceder-se-á o corte do revestimento segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Será promovida, após, a remoção de todos os fragmentos soltos ocorrentes no interior da caixa, sendo a operação complementada por varredura. Terá lugar em seguida a ointura de ligação do fundo e das paredes da caixa com emulsão asfáltica catiônica, do tipo RR1-C. Quando as dimensões da ''panela'' comportarem, - Após a aplicação do RR1-C será da manta asfáltica, fazer o teste de estanqueidade, enchendo olocal impermeabilizado com água, mantendo o nível por no mínimo 72 horas. - Após teste de estanqueidade, aplicar duas demãos de tinta alumínio sobre alinha de bi selamento (emendas das mantas). RECOMENDAÇÕES: - Toda impermeabilização efetuada com espargidor manual. No caso em ambientes fechados deve ter ventilaçãoforçada, se houver a necessidade de dimensões restritas, será permitida a utilização de maçarico na aplicação do RR1-C por intermédio sistema impermeabilizante, para maior segurança o botijão de brochas. A taxa de aplicação gás deve permanecer fora do RR1-C, em qualquer das alternativas, deverá situar-se em torno de 0,5 l/m². Deverá ser permitida a ruptura do RR1-C por um período não inferior a duas horas, após o qual terá lugar a obturação da caixa com concreto betuminoso usinado a quente. O concreto betuminoso será disposto em uma camada única, quando a profundidade da caixa não for superior a 5cm. Para profundidades maiores, o preenchimento da caixa processar-se-á com a execução de duas camadas distintas. Nesse caso, a camada inferior será compactada adequadamente por intermédio de soquetes mecânicos e/ou placas vibratórias portáteis. A compactação da camada superior será efetuada através da utilização de rolo pneumático autopropelido de pressão variável, mediante a realização de um número de passadas suficientes para a obtenção de densidade adequada. Esta prática também será aplicada aos casos em que o preenchimento da caixa for levado a efeito com uma única camada de concreto betuminoso usinado a quente. • Reparos profundos - A demarcação da área de remoção será efetuada de forma que o seu perímetro envolva toda a área a ser corrigida. Seguir-se-á o corte segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Todo o material escavado será, então, removido da caixa, cujas paredes e fundo serão adequadamente desempenados. Esse tipo de reparo poderá envolver a remoção de todas as camadas do pavimento e de até parte do subleito, dependendo da profundidade onde se situe a camada comprometedora. A recomposição do pavimento será feita, preferencialmente, com os mesmos tipos de materiais utilizados na pavimentação. A aplicação da imprimação com o asfalto diluído CM-30 será efetuada com espargidor manual, a menos que as dimensões das caixas não sejam compatíveis com esse procedimento, os demais passo serão conforme descrito nos reparos superficiaisambiente.
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Sources: Construction Contract
Execução. A Fiscalização procederá alvenaria será executada respeitando as larguras de parede previstas no projeto de arquitetura, lembrando que essas, são larguras acabadas (chapiscadas, rebocada, emassada, pintada ou revestida). Em síntese os tijolos serão ligeiramente molhados antes da colocação. As alvenarias recém finalizadas deverão ser mantidas ao abrigo das chuvas. Quando a temperatura se mostrar muito elevada e a umidade muito baixa serão feitas frequentes molhagens com a finalidade de evitar a brusca evaporação. Recomenda-se o não assentamento de tijolos encharcados, ou sob a ação direta de chuvas, para evitar a reação de eventuais sulfatos dos tijolos com os álcalis do cimento dando lugar a indesejáveis eflorescências. O alinhamento vertical da alvenaria – prumada, será utilizado o prumo de pedreiro. As fiadas serão niveladas, alinhadas e aprumadas perfeitamente. As juntas terão a espessura máxima de 10 mm e serão rebaixadas à demarcação do perímetro da área das caixas a serem abertasponta de colher, de forma que em todos os casos a referida área apresente configuração de um quadrilátero com dois lados paralelos ao eixo do pavimento e os dois restantes, ortogonais ao mesmo eixo. A execução dos reparos deverá ser conduzida em concordância com as instruções a seguir. • Reparos superficiais - A demarcação da área de remoção será levada a efeito de forma para que o seu perímetro envolva, além de buracos propriamente ditos, anteriormente remendados ou não, também as plaquetas soltas do revestimento betuminosoreboco adira fortemente à parede. Suceder-se-á o corte do revestimento segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Será promovida, após, a remoção de todos os fragmentos soltos ocorrentes no interior da caixa, sendo a operação complementada por varredura. Terá lugar em seguida a ointura de ligação do fundo e das paredes da caixa com emulsão asfáltica catiônica, do tipo RR1-C. Quando as dimensões da ''panela'' comportarem, a aplicação do RR1-C será efetuada com espargidor manual. No caso de dimensões restritas, Não será permitida a aplicação colocação de tijolos com os furos voltados no sentido da espessura das paredes. Todas as saliências superiores a 40 mm serão constituídas com componentes cerâmicos. Para perfeita aderência nos casos de justaposição de alvenaria de tijolos e superfície de concreto, estas últimas serão chapiscadas, nos pilares serão usadas “esperas” de arame de aço Ø 3,2mm colocadas antes da concretagem. As paredes de vedação, sem função estrutural, sofrerão preenchimento perfeito contra as lajes do RR1-C por intermédio teto, através de brochasfiada de alvenaria de tijolos maciços, dispostos obliquamente (encunhamento). Este preenchimento só poderá ser executado depois de decorridos sete dias da conclusão de cada trecho de parede, de modo a garantir o perfeito travamento entre a alvenaria e a estrutura. A taxa folga deixada entre a alvenaria e a estrutura – de aplicação do RR1-C, 2 a 3 cm – é preenchida em qualquer das alternativas, deverá situar-se em torno cada um dos lados com uma colher de 0,5 l/m². Deverá ser permitida a ruptura do RR1-C por um período não inferior a duas horas, após o qual terá lugar a obturação da caixa com concreto betuminoso usinado a quentepedreiro. O concreto betuminoso será disposto em uma camada única, quando a profundidade da caixa não for superior a 5cm. Para profundidades maiores, o preenchimento da caixa processar-se-á excesso é retirado com a execução de duas camadas distintas. Nesse caso, a camada inferior será compactada adequadamente por intermédio de soquetes mecânicos e/ou placas vibratórias portáteis. A compactação da camada superior será efetuada através da utilização de rolo pneumático autopropelido de pressão variável, mediante a realização de um número de passadas suficientes para a obtenção de densidade adequada. Esta prática também será aplicada aos casos em que o preenchimento da caixa for levado a efeito com uma única camada de concreto betuminoso usinado a quente. • Reparos profundos - A demarcação da área de remoção será efetuada de forma que o seu perímetro envolva toda a área a ser corrigida. Seguir-se-á o corte segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Todo o material escavado será, então, removido da caixa, cujas paredes e fundo serão adequadamente desempenados. Esse tipo de reparo poderá envolver a remoção de todas as camadas do pavimento e de até parte do subleito, dependendo da profundidade onde se situe a camada comprometedora. A recomposição do pavimento será feita, preferencialmente, com os mesmos tipos de materiais utilizados na pavimentação. A aplicação da imprimação com o asfalto diluído CM-30 será efetuada com espargidor manual, a menos que as dimensões das caixas não sejam compatíveis com esse procedimento, os demais passo serão conforme descrito nos reparos superficiaisprópria colher.
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Sources: Construction Contract
Execução. A Fiscalização procederá -É competência da SUPERVISÃO autorizar ou não a execução da pintura de ligação nos casos onde tenha havido trânsito sobre a superfície imprimada, ou, ainda, tenha sido a imprimação recoberta com areia, pó de pedra, etc. -O concreto betuminoso deverá ser transportado da usina ao ponto de aplicação, nos veículos basculantes e quando necessário, para que a mistura seja colocada na pista à demarcação temperatura especificada, cada carregamento deverá ser coberto com lona ou material similar, para proteger a mistura com total segurança. -As misturas de concreto betuminoso devem ser distribuídas somente através de máquinas acabadoras e quando a temperatura ambiente se encontrar acima de 10ºC e com tempo não chuvoso. -Caso ocorram irregularidades na superfície da camada, as mesmas deverão ser sanadas pela adição manual de concreto betuminoso, sendo esse espalhamento efetuado por meio de ancinhos e rodos metálicos. -Imediatamente após a distribuição do perímetro da área das caixas concreto betuminoso, tem início a serem abertasrolagem que deverá ter espessura mínima de 5,0 cm (cinco centímetros). -Como norma geral, a temperatura de rolagem é a mais elevada que a mistura betuminosa possa suportar, sendo recomendável, aquela na qual o ligante apresenta uma viscosidade Saybolt-Furol, de forma que em todos os casos 140 a referida área apresente configuração 15 segundos, para o cimento asfáltico. -Caso sejam empregados rolos de um quadrilátero com dois lados paralelos ao eixo do pavimento e os dois restantespneus, ortogonais ao mesmo eixo. A execução dos reparos deverá ser conduzida em concordância com as instruções a seguir. • Reparos superficiais - A demarcação da área de remoção será levada a efeito de forma que o seu perímetro envolva, além de buracos propriamente ditos, anteriormente remendados ou não, também as plaquetas soltas do revestimento betuminoso. Suceder-se-á o corte do revestimento segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Será promovida, após, a remoção de todos os fragmentos soltos ocorrentes no interior da caixa, sendo a operação complementada por varredura. Terá lugar em seguida a ointura de ligação do fundo e das paredes da caixa com emulsão asfáltica catiônica, do tipo RR1-C. Quando as dimensões da ''panela'' comportarem, a aplicação do RR1-C será efetuada com espargidor manual. No caso de dimensões restritas, será permitida a aplicação do RR1-C por intermédio de brochas. A taxa de aplicação do RR1-C, em qualquer das alternativas, deverá situar-se em torno de 0,5 l/m². Deverá ser permitida a ruptura do RR1-C por um período não inferior a duas horas, após o qual terá lugar a obturação da caixa com concreto betuminoso usinado a quente. O concreto betuminoso será disposto em uma camada única, quando a profundidade da caixa não for superior a 5cm. Para profundidades maiores, o preenchimento da caixa processar-se-á com a execução de duas camadas distintas. Nesse caso, a camada inferior será compactada adequadamente por intermédio de soquetes mecânicos e/ou placas vibratórias portáteis. A compactação da camada superior será efetuada através da utilização de rolo pneumático autopropelido de pressão variável, mediante inicia-se a realização de rolagem com baixa pressão (60 lb/ pol2), aumenta-se em progressão aritmética, à medida que a mistura betuminosa suporte pressões mais elevadas. A pressão dos pneus deve variar a intervalos periódicos (60, 80, 100, 120 lb/pol2), adequando um conveniente número de passadas suficientes passadas, de forma a obter o grau de compactação especificado. -A compressão será iniciada pelos bordos, longitudinalmente, continuando em direção ao eixo da pista. Nas curvas, de acordo com a superelevação, a compressão deve começar sempre do ponto mais baixo para o mais alto. Cada passada do rolo deverá ser recoberta pela seguinte, de, pelo menos, a obtenção metade da largura anterior. Em qualquer caso, a operação de densidade adequada. Esta prática também será aplicada aos casos rolagem perdurará até o momento em que seja atingida a compactação especificada. -Durante a rolagem não serão permitidas mudanças de direção e inversões bruscas de marchas, nem estacionamento do equipamento sobre o preenchimento revestimento recém compactado. As rodas do rolo deverão ser umedecidas adequadamente, de modo a evitar a aderência da caixa for levado a efeito com uma única camada de concreto betuminoso usinado a quentemistura. • Reparos profundos - A demarcação da área de remoção será efetuada de forma que -Os revestimentos recém acabados deverão ser mantidos sem trânsito, até o seu perímetro envolva toda completo resfriamento. -Quaisquer danos decorrentes da abertura ao trânsito sem a área a devida autorização prévia, serão de inteira responsabilidade da CONTRATADA. -Todos os materiais deverão ser corrigida. Seguir-se-á o corte segundo o perímetro demarcadoexaminados em laboratório, obedecendo à metodologia de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Todo o material escavado será, então, removido da caixa, cujas paredes e fundo serão adequadamente desempenados. Esse tipo de reparo poderá envolver a remoção de todas as camadas do pavimento e de até parte do subleito, dependendo da profundidade onde se situe a camada comprometedora. A recomposição do pavimento será feita, preferencialmente, com os mesmos tipos de materiais utilizados na pavimentação. A aplicação da imprimação com o asfalto diluído CM-30 será efetuada com espargidor manual, a menos que as dimensões das caixas não sejam compatíveis com esse procedimento, os demais passo serão conforme descrito nos reparos superficiaisensaios indicada pelo DNIT.
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Sources: Memorial Descritivo Dos Serviços
Execução. A Fiscalização procederá à demarcação Sobre a sub-base devidamente preparada, deve ser espalhada uma camada de areia, com características já definidas anteriormente, numa espessura de dimensionamento conforme o caso, e em seguida devem ser assentados os paralelepípedos com as faces de uso para cima, obedecendo o abaulamento previsto no projeto. • Para garantir a boa execução do perímetro perfil transversal previsto devem ser locados longitudinalmente linhas de referência, uma no eixo e duas nos terços da área das caixas a serem abertasplataforma com estacas fixas de 10 em 10m. As seções transversais devem ser dadas por linhas que se deslocam apoiadas nas linhas de referência e nas sarjetas ou cotas correspondentes, nos acostamentos ou guias. • O assentamento dos paralelepípedos deve progredir dos bordos para o eixo e as fiadas devem ser retilíneas e normais ao eixo da pista. As juntas longitudinais de cada fiada, devem ser alternadas com relação às duas fiadas vizinhas, de forma tal modo que cada junta fique em todos os casos a referida área apresente configuração de um quadrilátero com dois lados paralelos frente ao eixo paralelepípedo adjacente, dentro do pavimento e os dois restantes, ortogonais ao mesmo eixo. A execução dos reparos deverá ser conduzida em concordância com as instruções a seguirterço médio. • Reparos superficiais - A demarcação Os paralelepípedos devem ser assentados de modo que as faces fiquem encostadas, no mínimo, um ponto de contato com cada peça circunvizinha. • Depois de aprovado pela Fiscalização e quando especificado em projeto, deve ser iniciada por meio do soquete manual, a compactação da área calha numa faixa de remoção será levada a efeito 0,50m, cujos paralelepípedos devem ser rejuntados com argamassa de forma que cimento e areia traço 1:3. O avanço do rejuntamento das calhas deve, ao final do dia de trabalho, atingir obrigatoriamente o seu perímetro envolva, além de buracos propriamente ditos, anteriormente remendados ou não, também as plaquetas soltas mesmo avanço do revestimento betuminosoassentado. Suceder-se-á Nas demais superfícies e após a cura do rejuntamento anteriormente especificado, deve ser espalhada uma camada de areia grossa e com ela serem preenchidas as juntas dos demais paralelepípedos. • Depois de concluída a compactação, as juntas devem ser novamente cheias e o corte do revestimento excesso de areia retirado, podendo o calçamento ser entregue ao tráfego • No caso particular de aclives acentuados, ou seja, rampas com declividade longitudinal superior a 6%, o rejuntamento da pista (descontada da calha) também deve ser executado com argamassa traço: 1:5, segundo o perímetro demarcadoos procedimento típico aos rejuntes aqui especificados, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Será promovida, apósou seja, a remoção areia deve ser misturada com o cimento (mistura seca). Após o espalhamento, rejuntamento e compactação (manual ou mecânica), o rejunte deve ser umedecido, sem sofrer lavagem, para assim atingir as condições de todos os fragmentos soltos ocorrentes no interior endurecimento e cura. O rejuntamento descrito acima, traço 1:5, poderá também a critério da caixaFiscalização, sendo a operação complementada por varreduraou solicitado em projeto, ser utilizado em pistas com declividades longitudinais baixas ou nulas. Terá lugar em seguida a ointura de ligação do fundo e das paredes da caixa com emulsão asfáltica catiônica, do tipo RR1-C. Quando as dimensões da ''panela'' comportarem, a aplicação do RR1-C será efetuada com espargidor manual. • No caso citado acima de dimensões restritas, será permitida a aplicação do RR1-C por intermédio de brochas. A taxa de aplicação do RR1-C, em qualquer das alternativas, deverá situardeclividades longitudinais acentuadas recomenda-se em torno de 0,5 l/m². Deverá ser permitida a ruptura do RR1-C por um período não inferior a duas horas, após o qual terá lugar a obturação da caixa com concreto betuminoso usinado a quente. O concreto betuminoso será disposto em uma camada única, quando a profundidade da caixa não for superior a 5cm. Para profundidades maiores, o preenchimento da caixa processar-se-á com ainda a execução de duas camadas distintasguias transversais distanciadas de 50 a 100m a fim de se obter maior amarração dos paralelepípedos. Nesse caso, a camada inferior será compactada adequadamente por intermédio de soquetes mecânicos e/ou placas vibratórias portáteis. A compactação da camada superior será efetuada através da utilização de rolo pneumático autopropelido de pressão variável, mediante a realização de um número de passadas suficientes para a obtenção de densidade adequada. Esta prática também será aplicada aos casos em que o preenchimento da caixa for levado a efeito com uma única camada de concreto betuminoso usinado a quente. • Reparos profundos - A demarcação da área de remoção será efetuada de forma que o seu perímetro envolva toda a área a ser corrigida. Seguir-se-á o corte segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Todo o material escavado será, então, removido da caixa, cujas paredes e fundo serão adequadamente desempenados. Esse tipo de reparo poderá envolver a remoção de todas as camadas do pavimento e de até parte do subleito, dependendo da profundidade onde se situe a camada comprometedora. A recomposição do pavimento será feita, preferencialmente, com os mesmos tipos de materiais utilizados na pavimentação. A aplicação da imprimação com o asfalto diluído CM-30 será efetuada com espargidor manual, a menos que as dimensões das caixas não sejam compatíveis com esse procedimento, os demais passo serão conforme descrito nos reparos superficiais.•
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Sources: Contract
Execução. A Fiscalização procederá à demarcação do perímetro da área das caixas Cortar os eletrodutos perpendicularmente a serem abertas, seu eixo e executar de forma que em todos os casos a referida área apresente configuração não deixar rebarbas e outros elementos capazes de um quadrilátero danificar a isolação dos condutores no momento da enfiação. - Executar as junções com dois lados paralelos ao eixo do pavimento luvas e os dois restantes, ortogonais ao mesmo eixo. A execução dos reparos deverá ser conduzida em concordância com as instruções a seguir. • Reparos superficiais - A demarcação da área de remoção será levada a efeito de forma que o seu perímetro envolva, além de buracos propriamente ditos, anteriormente remendados ou não, também as plaquetas soltas do revestimento betuminoso. Suceder-se-á o corte do revestimento segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes pontas dos tubos se toquem, devendo apresentar resistência à tração pelo menos igual à dos eletrodutos. - Não deve haver curvas com raio inferior a 6 vezes o diâmetro do respectivo eletroduto; somente curvar na obra eletroduto com bitola igual ou menor a 25mm²(3/4") e desde que não apresente redução de seção, rompimento, dobras ou achatamento do tubo; nos demais casos, as curvas devem ser pré-fabricadas. - Quando enterrada no solo, envolver a tubulação por uma camada de concreto; como elemento vedante nas junções, utilizar fita Teflon; a tubulação deve apresentar uma ligeira e contínua declividade em direção às caixas, não sendo admitida a formação de cotovelo na sua instalação. - Quando embutidos em laje, instalar os eletrodutos após a armadura estar concluída e antes da caixa resultem verticaisconcretagem; devem ser fixados ao madeiramento por meio de pregos e arames usados com 3 ou mais fios, em pelo menos 2 pontos em cada trecho; fazer as junções com zarcão ou fita Teflon. Será promovidaNas juntas de dilatação de lajes, apósseccionar os eletrodutos, mantendo intervalo igual ao da própria junta; fazer a remoção junta dentro da luva de todos os fragmentos soltos ocorrentes diâmetro adequado. - Quando embutidos no contra piso, assentar sobre o lastro de concreto e recobrir com concreto magro para sua proteção até a execução do piso. - Fazer a fixação dos eletrodutos às caixas de derivação e passagem por meio debuchas na parte interna e arruelas na parte externa. - Durante a execução da obra, fechar as extremidades livres do tubo e as caixas, para proteção. - Deixar no interior da caixados eletrodutos, sendo a operação complementada por varredura. Terá lugar em seguida a ointura provisoriamente, arame recozido para servir de ligação do fundo e das paredes da caixa com emulsão asfáltica catiônicaguia à enfiação, do tipo RR1-C. Quando as dimensões da ''panela'' comportarem, a aplicação do RR1-C será efetuada com espargidor manual. No caso de dimensões restritas, será permitida a aplicação do RR1-C por intermédio de brochas. A taxa de aplicação do RR1-C, em qualquer das alternativas, deverá situar-se em torno de 0,5 l/m². Deverá ser permitida a ruptura do RR1-C por um período não inferior a duas horas, após o qual terá lugar a obturação da caixa com concreto betuminoso usinado a quente. O concreto betuminoso será disposto em uma camada única, quando a profundidade da caixa não for superior a 5cm. Para profundidades maiores, o preenchimento da caixa processar-se-á com a execução de duas camadas distintas. Nesse caso, a camada inferior será compactada adequadamente por intermédio de soquetes mecânicos e/ou placas vibratórias portáteis. A compactação da camada superior será efetuada através da utilização de rolo pneumático autopropelido de pressão variável, mediante a realização de um número de passadas suficientes para a obtenção de densidade adequada. Esta prática também será aplicada aos casos em que o preenchimento da caixa for levado a efeito com uma única camada de concreto betuminoso usinado a quente. • Reparos profundos - A demarcação da área de remoção será efetuada de forma que o seu perímetro envolva toda a área a ser corrigida. Seguir-se-á o corte segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Todo o material escavado será, então, removido da caixa, cujas paredes e fundo serão adequadamente desempenados. Esse tipo de reparo poderá envolver a remoção de todas as camadas do pavimento e de até parte do subleito, dependendo da profundidade onde se situe a camada comprometedora. A recomposição do pavimento será feita, preferencialmente, com os mesmos tipos de materiais utilizados na pavimentação. A aplicação da imprimação com o asfalto diluído CM-30 será efetuada com espargidor manual, a menos que as dimensões das caixas não sejam compatíveis com esse procedimento, os demais passo serão conforme descrito nos reparos superficiaisinclusive nas tubulações secas.
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Sources: Contrato Administrativo
Execução. A Fiscalização procederá Na execução dos serviços serão observadas as recomendações explicitadas em sequência para a construção de bocas de bueiros de concreto “in loco”:
a) Escavação das cavas para assentamento do dispositivo, obedecendo aos alinhamentos, cotas e dimensões indicadas no projeto;
b) Regularização do fundo escavado com compactação com emprego de compactador e com controle de umidade a fim de garantir o suporte necessário para a boca, em geral de considerável peso próprio;
c) Lançamento de concreto magro com utilização de concreto de cimento amassado em betoneira ou produzido em usina e transportado para o local em caminhão betoneira, sendo o concreto dosado experimentalmente para resistência característica à demarcação do compressão (fck mín), aos 28 dias de igual ou maior 15 MPa, como sugestão de traço 1:3;
d) Instalação das fôrmas laterais e das paredes de dispositivos acessórios, com adequado cimbramento, limitando-se os segmentos a serem concretados em cada etapa, adotando-se as juntas de dilatação estabelecidas no projeto.
e) No caso de dispositivos para os quais convergem canalizações circulares as paredes somente poderão ser iniciadas após a colocação e amarração dos tubos, assegurando-se ainda da execução de reforço no perímetro da área tubulação;
f) Colocação e amarração das caixas armaduras, no caso de utilização de estrutura de concreto armado;
g) Lançamento e vibração do concreto tomando-se as precauções anteriormente mencionadas;
h) Retirada das guias e das fôrmas que somente poderá ser feita após a serem abertascura do concreto, somente iniciando-se o reaterro lateral após a total desforma;
i) Os dispositivos deverão ser protegidos para que não haja a queda de forma materiais soltos para o seu interior, o que em todos os casos poderia causar sua obstrução;
j) Recomposição do terreno lateral às paredes, com colocação e compactação de material escolhido do excedente da escavação, com a referida área apresente configuração remoção de um quadrilátero pedras ou fragmentos de estrutura que possam dificultar a compactação;
k) Sendo o material local de baixa resistência, deverá ser feita substituição por areia ou pó- de-pedra, fazendo-se o preenchimento dos vazios com dois lados paralelos ao eixo do pavimento e os dois restantes, ortogonais ao mesmo eixoadensamento com adequada umidade. A execução dos reparos deverá ser conduzida em concordância com de bocas de alvenaria de tijolos abrange as instruções etapas construtivas descritas a seguir.
a) Escavação do poço destinado à instalação do bueiro;
b) Regularização e compactação do fundo;
c) Lançamento e espalhamento do concreto magro, constituinte da laje de fundo da boca;
d) Execução das paredes em alvenaria de tijolos, assentados com argamassa de cimento e areia, sugestão de traço 1:3, após a cura do concreto do fundo. • Reparos superficiais - A demarcação Nesta etapa ajustar a entrada do tubo, com rejuntes da área mesma argamassa;
e) Preparo das fôrmas e instalação da armadura da cinta intermediária, quando prevista;
f) Umedecimento das fôrmas e lançamento do concreto da cinta;
g) Prosseguimento da execução da ▇▇▇▇▇▇▇▇▇, após a cura do concreto e retirada das formas da cinta intermediária;
h) Execução, nas paredes internas de remoção será levada a efeito chapisco com argamassa de forma que o seu perímetro envolvacimento e areia, além sugestão de buracos propriamente ditostraço 1:3, anteriormente remendados ou nãoemboço e reboco;
i) Recomposição do terreno lateral às paredes, também as plaquetas soltas com colocação e compactação de material escolhido do revestimento betuminoso. Suceder-se-á o corte do revestimento segundo o perímetro demarcadoexcedente da escavação, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Será promovida, após, com a remoção de todos os pedras e fragmentos soltos ocorrentes no interior da caixade estrutura que possam dificultar a compactação;
j) Sendo o material local de baixa resistência, sendo deve ser feita a operação complementada substituição por varredura. Terá lugar em seguida a ointura areia ou pó de ligação do fundo e das paredes da caixa com emulsão asfáltica catiônicapedra, do tipo RR1-C. Quando as dimensões da ''panela'' comportarem, a aplicação do RR1-C será efetuada com espargidor manual. No caso de dimensões restritas, será permitida a aplicação do RR1-C por intermédio de brochas. A taxa de aplicação do RR1-C, em qualquer das alternativas, deverá situarfazendo-se em torno de 0,5 l/m². Deverá ser permitida a ruptura do RR1-C por um período não inferior a duas horas, após o qual terá lugar a obturação da caixa com concreto betuminoso usinado a quente. O concreto betuminoso será disposto em uma camada única, quando a profundidade da caixa não for superior a 5cm. Para profundidades maiores, o preenchimento da caixa processar-se-á dos vazios com a execução de duas camadas distintas. Nesse caso, a camada inferior será compactada adequadamente por intermédio de soquetes mecânicos e/ou placas vibratórias portáteis. A compactação da camada superior será efetuada através da utilização de rolo pneumático autopropelido de pressão variável, mediante a realização de um número de passadas suficientes para a obtenção de densidade adequada. Esta prática também será aplicada aos casos em que o preenchimento da caixa for levado a efeito adensamento com uma única camada de concreto betuminoso usinado a quente. • Reparos profundos - A demarcação da área de remoção será efetuada de forma que o seu perímetro envolva toda a área a ser corrigida. Seguir-se-á o corte segundo o perímetro demarcado, de maneira que as paredes da caixa resultem verticais. Todo o material escavado será, então, removido da caixa, cujas paredes e fundo serão adequadamente desempenados. Esse tipo de reparo poderá envolver a remoção de todas as camadas do pavimento e de até parte do subleito, dependendo da profundidade onde se situe a camada comprometedora. A recomposição do pavimento será feita, preferencialmente, com os mesmos tipos de materiais utilizados na pavimentação. A aplicação da imprimação com o asfalto diluído CM-30 será efetuada com espargidor manual, a menos que as dimensões das caixas não sejam compatíveis com esse procedimento, os demais passo serão conforme descrito nos reparos superficiais.adequada umidade;
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Sources: Projeto De Obra De Arte Corrente